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Mateus Carrieri fala sobre transição de gênero do filho: 'Sem preconceito'

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Foto:Reprodução/Instagram

Mateus Carrieri falou pela primeira vez sobre a transição de gênero de seu filho Domenico, de 13 anos. Nico, que antes se chamava Anna Francesca, se reconhece como um homem trans.

O ex-participante de A Fazenda 12 comentou sobre as questões que aborda com o filho adolescente em uma entrevista ao podcast Paternidade.doc, do jornalista Fernando Guifer.

"Uma coisa é você achar natural na casa do vizinho e o grande teste é quando isso entra dentro da sua casa, né? Como você vai reagir. Porque muita gente fala: 'Eu acho tudo lindo, tudo natural, está tudo certo, desde que seja na casa do vizinho'", disse ele.

"Para mim foi o grande teste para perceber que eu sempre tive essa cabeça, graças a Deus, sem preconceito, achando que estava tudo certo", continuou. Mateus explicou que foi percebendo alguns sinais e comportamentos do filho aos poucos.

"Eles [filhos] não falam, né? Nem eles sabem [sobre orientação sexual e gênero]. Mas você começa a perceber alguns sinais, que podem ser algum sinal ou não (...) Não tem problema nenhum. Tenho que me preocupar com as coisas que os pais se preocupam: se vão bem na escola, se são educados, se têm bom caráter (...). Se eles vão ter um primeiro namorado ou namorada, isso não tem a menor importância. Dei liberdade para eles serem o que são", afirmou.

Carrieri ainda contou que, apesar de estar acostumado a falar 'minhas filhas' há muito tempo, está se esforçando para usar o pronome certo quando for falar de Nico. "Eu me policio (...) No que eu puder proteger, eu vou. E dentro de casa, que é o porto seguro, vai ser o que ele quiser, tem todo meu apoio (...). Meus filhos me contam tudo o que eles fazem e o que querem."

Em janeiro, o ator também revelou, em vídeo no Instagram, que sua filha Chiara é bissexual Mateus contou que os filhos já sofreram ataques nas redes sociais. Diante disso, ele reforçou que sentia orgulho da família e ressaltou a importância dos pais apoiarem os filhos LGBTQIA+.

 

Fonte:Estadão Conteúdo

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