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Empresário é impedido de depor na CPI do Transporte na Câmara

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O empresário Marcelino Lopes foi indicado pela empresa Transfácil para depor na CPI do Transporte na manhã desta terça-feira(08). Mas, ele foi convidado a ser retirar do local pelo presidente da comissão, vereador Dudu (PT). A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ouviria mais três empresários do setor na sessão de hoje. Edmilson Carvalho, da empresa Transcol, foi o primeiro a prestar seu depoimento. 

Segundo o parlamentar, Marcelino não pode depor já que ele não é um dos sócios da empresa, ele teria apenas uma procuração, que não daria condições para o depoimento. A CPI convocou como depoente Moisés Sérvio e Silva e não aceito o depoimento de Marcelino. 

A situação gerou um princípio de discussão na CPI. O vereador Aluísio Sampaio (Progressistas) chegou a argumentar que ele poderia depor por ser esposo de uma das sócias da empresa, mas o argumento foi rejeitado pelo presidente. Com isso, Marcelino teve que se retirar e o depoimento da Transfácil não aconteceu. 

Dudu disse que a empresa vai ser reconvocada para depor na quinta-feira, dia 10. Ao sair do plenário, o ex-presidente do Setut disse que foi um erro da CPI no momento da convocação. Não ficou claro que a CPI esperava apenas os sócios da empresa. 

“Como eu tenho mais conhecimento dessa área da empresa, eles me indicaram, mas foi um erro da CPI porque não ficou claro que era para ser um dos sócios da empresa. Como empresário, eu não sou contra a CPI, defendo e entendo que ela é necessária para esclarecer muita coisa. Agora a empresa vai indicar um dos sócios e pelo que o vereador Dudu me disse, poderei depor quando o Setut for convocado”, disse o empresário que dono da empresa Dois Irmãos que foi extinta. 

 

Flash de Lídia Brito
Redação Caroline Oliveira
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