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Economia

Indústria piauiense emprega cerca de 57 mil trabalhadores no setor

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Ascom

O setor da indústria tem se mostrado como um importante segmento para a economia brasileira e do Piauí. Apesar da forte crise econômica de 2020, provocada pela pandemia do novo coronavírus, que levou a muitas demissões, o segmento avança em 2021 com a geração de empregos, recuperação econômica, aumento de utilização da capacidade instalada, dentre outros. Dados divulgados pela Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI) apontam que a indústria emprega no Estado 56.851 pessoas, o que representa 12,1% do emprego formal.

O boletim da Superintendência de estudos econômicos e sociais (CEPRO-PI) revela que as micro e pequenas empresas predominam no setor industrial do Piauí, correspondendo a 99%, e empregando 62% da mão de obra do setor, de acordo com os dados da RAIS 2018. Andrade Júnior, presidente do Centro das Indústrias do Estado do Piauí (CIEPI), fala sobre a situação que se encontra o setor.

 “Segundo estudos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), 95% das indústrias do Piauí empregam até 19 trabalhadores. São indústrias pequenas, mas que fazem um contingente e quando somado à todas as indústrias de nosso Estado, em torno de 50 mil pessoas trabalham no setor. É um setor muito pujante e que pode crescer muito mais, se colocado os devidos incentivos pelos municípios e o Estado”, destaca.

O Piauí conta com 7.905 indústrias instaladas no Estado, de acordo com o boletim da CEPRO-PI, que divulgou um estudo sobre o cenário da indústria local. Andrade Júnior comenta os avanços no setor. “Ressaltamos a reação positiva das nossas 7.900 indústrias piauienses frente a essa pandemia, que se alongou mais do que imaginávamos, ou dos empregos gerados demonstrando essa recuperação, ou ainda do otimismo do empresário industrial em suas empresas e na perspectiva de crescimento do nosso país que se desenha.  Contudo, nós acreditamos que é necessário maior incentivo para empreender no Estado, desburocratização e oportunidade de crescimento”, finaliza o presidente do CIEPI.

 

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