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Clientes esperam mais de 6 horas na fila para atendimento na Caixa da Barão

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Clientes da agência da Caixa Econômica Federal da Avenida Barão de Gurgueia, na zona sul de Teresina, reclamam do longo tempo de espera para atendimento e da desorganização nas filas. Na manhã desta sexta-feira (02), por volta de meio dia, a fila já dobrava o quarteirão, sem o devido distanciamento social e com registros de aglomeração. 

Algumas pessoas relataram ao Cidadeverde.com que enfrentaram mais de seis horas apenas para conseguir entrar na agência. Segundo os clientes, a situação a problemática é diária e nunca foi solucionada pelos responsáveis pela agência. 

Entre os serviços procurados por quem enfrenta a fila está prova de vida e a solução de problemas relacionados ao aplicativo Caixa Tem, usado para receber o Auxílio Emergencial do Governo Federal. 

A autônoma Gilza Lacerda, de 52 anos, precisou levar um banco para enfrentar a longa fila na agência da Caixa Econômica da Avenida Barão. Ela chegou à fila por volta das 6h e ao meio dia ainda não havia conseguido atendimento. "O meu atendimento é o Caixa Tem. Toda vez eu tenho que vir na Caixa resolver, porque pelo aplicativo não resolve. O dinheiro está lá, mas não consigo movimentar. Tenho que vir toda vez e ficar na fila esperando. Toda vez é essa demora", relatou. 

Quem também enfrentou a fila na manhã desta sexta-feira, foi o autônomo Edvaldo Nunes, que também enfrenta dificuldades para usar o aplicativo Caixa Tem. "Eu acho que aqui está faltando funcionários. Da primeira vez, cheguei seis horas e consegui sair às 10 horas. Da última vez, também cheguei cedo mas só consegui ser atendido depois das duas da tarde", reclamou. 

Mais cedo, o Cidadeverde.com chegou a receber uma denúncia por telefone de um idoso que enfrentava a fila, informando que até mesmo cadeirantes enfrentaram dificuldades na fila para receber atendimento. 

Nenhum representante da gerência da Caixa Econômica Federal da Avenida Barão de Gurgueia foi localizado para falar sobre a problemática das filas. O espaço permanece aberto para esclarecimentos. 

 

 

Natanael Souza
[email protected] 

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