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Zé Roberto diz que Macris pode voltar "mais rápido do que se espera"

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Foto: Wander Roberto/COB

José Roberto Guimarães, técnico da seleção brasileira feminina de vôlei, demonstrou otimismo em relação à recuperação da levantadora Macris, que sofreu uma lesão no duelo com o Japão. O comandante, que revelou que a atleta "já caminhou e fez exercícios", acredita que "veremos jogar mais rápido do que achávamos".

Macris sofreu um entorse no tornozelo direito no terceiro set do confronto com o Japão, na última quinta-feira. Roberta, substituta imediata, assumiu o posto no time no confronto com a Sérvia.

"A Macris está bem. Já caminhou e fez exercícios. Fiquei muito feliz em ver, ela está super positiva. O Brasil inteiro está torcendo por ela. Fernandinho [fisioterapeuta] está fazendo um grande trabalho. Não vamos sacrificar a Macris, lógico, mas acho que a veremos jogar mais rápido do que achávamos. Esta está movimentando bem o pé", disse, em entrevista ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

Zé Roberto aproveitou para elogiar a atuação de Roberta no triunfo deste sábado (31), salientando que a levantadora está "carregando o piano" e teve uma adaptação muito boa ao estilo de jogo.

"Em toda a sua trajetória, a Roberta sempre se manteve muito tranquila em momentos de crise. Isso também dá uma segurança grande. Ela conseguiu colocar todas as jogadoras no jogo e foi fundamental. A Macris é mais veloz e mais rápida, mas a adaptação da Roberta foi muito boa nos treinamentos e agora, tendo de carregar esse piano sem a Macris. E isso é muito bom! Deixa o time mais forte e confiante", afirmou.

O treinador lembrou ainda Tandara, que foi a maior pontuadora da partida, com 19, e peça importante no triunfo após ter atuações aquém das esperadas nos primeiros compromissos nos Jogos Olímpicos.

"A Tandara sabe que ela tinha ficado devendo nos dois primeiros jogos. Hoje ela fez uma partida muito boa, esse é o nível que ela joga, chamando a responsabilidade, batendo bolas difíceis e com essa vontade, essa atitude. Ela é oposta, vai receber as bolas mais complicadas. E é o que eu falo, muito vem daquela vontade de estar no fundo, recebendo, estar indo para a bola, sendo acionada. Essa é a Tandara que a gente precisa".

Fonte: FolhaPress

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