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PF e tropa de Choque da PM cumprem reintegração de posse no Parque Brasil

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Atualizada às 13h

Uma parte das 250 famílias que ocupou os imóveis do residencial Parque Brasil desde a última sexta-feira (06), começam a deixar as residências após toda a manhã de negociação com os órgãos de Segurança Pública, representantes da Prefeitura Municipal, Conselho Tutelar e OAB. 

Caminhões realizam a retirada dos pertences das famílias que devem ser levadas para a residências de parentes ou dos locais de onde vieram.

Após o diálogo com as entidades, ficou negociado a assinatura de um cadastro com as famílias que estão ocupando o local, que já está sendo realizado, e uma audiência com o prefeito Dr. Pessoa na próxima sexta-feira (13) para discutir soluções.

“Entramos em um acordo para proteger as crianças, sanar a violência total, então vamos fazer um cadastro de todos as famílias que estão aqui e a Prefeitura se comprometeu de nós recebemos na sexta-feira pela manhã em uma audiência pública e fazer um levantamento de residências fechadas que os proprietários não precisam para alocar essas famílias. Em contrapartida, as famílias devem sair da melhor maneira possível, sem violência, sem agressão”, explica a advogada Tatiana Medeiros.

Atualizada às 10h10

Numa reintegração de posse, que iniciou desde às 5h da madrugada, mais de 250 famílias no residencial Parque Brasil, zona Norte de Teresina, resistem a sair das moradias. As Policiais Federal, Militar, Defensoria Pública e OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) estão no local tentando uma negociação. As famílias chegaram a atear fogo em ato de protesto.

Segundo os moradores, desde o início da ocupação as mais de 250 famílias estão nos imóveis do residencial Parque Brasil. No momento, os agentes da Polícia Federal e policiais da Polícia Militar aguardam retorno das famílias em relação ao acordo proposto com a Prefeitura Municipal. 

A Prefeitura apresentou a proposta das familiares saírem do local e fazerem um cadastro para serem beneficiadas em outros projetos habitacionais. 

“A Polícia Militar entrou com as negociações em apoio ao cumprimento da ordem judicial. Já colocamos a questão da ordem judicial para eles e demos um prazo para eles tomarem a posição de preencher um cadastro com a Prefeitura para serem atendimentos posteriormente porque esse empreendimento já pertecem a outras pessoas”, esclarece o coordenador de Gerenciamento de Crises e Direitos Humanos da Polícia Militar, coronel Avelar Costa.

Matéria original

Agentes da Polícia Federal e policiais do batalhão de Choque da Polícia Militar cumprem reintegração de posse no Residencial Parque Brasil, localizado na zona Norte, na manhã desta quarta-feira (11). Desde a última sexta (06), famílias estão ocupando os imóveis que ainda não foram entregues aos beneficiados do Programa Lagoas do Norte. 

O delegado da Polícia Federal, Leonardo Portela, explica que já foi expedida uma decisão judicial de reintegração de posse, ainda no último sábado. 

“Chegou a informação que entre 250 a 300 famílias invadiram aqui do final de semana para cá e com isso gerou a decisão do Juiz de reintegração de posse do local. Juntamente com a Polícia Militar estamos dando cumprimento a essa decisão judicial”, esclarece o delegado. 

Ainda segundo Leonardo Portela, devido a demora da entrega dos imóveis, as famílias iniciaram a invasão do Residencial. 

Foto: Célio Roberto/TV Cidade Verde

”Como houve uma demora muito grande da entrega das casas por conta da Prefeitura, as casas passaram muito tempo desocupadas e com isso acabou surgindo essas invasões”, ressalta Leonardo Portela.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH) esclarece que as casas e os apartamentos do Parque Brasil ainda não haviam sido entregues aos proprietários porque estavam sendo reformados. Na invasão ocorrida em outubro do ano passado, muitas residências tiveram portas, janelas e paredes depredadas e só poderiam ser entregues aos sorteados após o conserto.

O Residencial Parque Brasil conta com 1022 unidades e foi construído pelo Programa Lagoas do Norte em parceria com a Caixa Econômica Federal para abrigar famílias em situação de vulnerabilidade e reassentadas pelo programa. 

No local, os moradores apresentam resistentes a desocupação. O defensor regional de Direitos Humanos da Defensoria da União, André Amorim explica que estão buscando acordos com as famílias para não ficarem desabrigadas.

“A Prefeitura quer fazer um cadastro para incluir o nome deles para quando tiver um programa habitacional chamá-los e a PM tá aqui para cumprir uma ordem judicial mandando desocupar, essa é a realidade. Eles estão resistente a sair e a gente está conversando com as lideranças tentando que eles entendam a gravidade da situação. O que eles poderiam fazer é cobrar da Prefeitura o cumprimento desse cadastro”, esclarece o defensor.

A representante da Federação das Entidades Comunitárias do Piauí, Socorro Silva, pede que a Prefeitura Municipal deixe as famílias no Residencial Parque Brasil pelos próximos dias, enquanto o órgão propõe o pagamento de aluguel para essas pessoas. 

“Eles querem propor que as famílias façam um cadastramento e saiam do imóvel, agora eu digo, essas famílias saem do imóvel, o imóvel fica fechado e o que foi que eles fizeram? Porque eles não deixam as famílias aqui enquanto preparam a documentação e a Prefeitura faça a providência de pagar aluguel para elas”, ressalta Socorro Silva.

 

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Flash de Rebeca Lima
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