Cidadeverde.com
Economia

Industriais cobram soluções para o transporte público de Teresina

Imprimir

Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com 

Os empresários do Centro das Indústrias do Estado do Piauí (CIEPI) estão se mobilizando para cobrar agilidade das autoridades competentes na resolução dos problemas do transporte público da capital e prestação de serviços mais qualificados.

As entidades empresariais de Teresina têm discutido, ao longo das últimas semanas, como os problemas do transporte público vem afetando a vida de seus funcionários e de seus negócios. Colaboradores têm relatado dificuldades de deslocamento, aglomerações nos ônibus, atrasos inevitáveis e alto custo para pagamento de motoristas por aplicativo, que demoram a aceitar corridas.

O empresário Sylvio Romano, diretor do CIEPI e do Sindhospi, informa o que tem observado diante desse cenário na cidade.

“É algo muito sério o que está acontecendo em Teresina e parece estar virando normal não ter ônibus. É necessária uma solução urgente e aplicável para a resolução desse problema na capital piauiense”, disse.

Com a falta de diálogo e de acordos entre os entes responsáveis pelo sistema, as melhorias que devem ser feitas no setor têm encontrado barreiras para serem executadas. Andrade Júnior, presidente do Centro das Indústrias, avalia o cenário do sistema e defende mais respeito pelos teresinenses.

“Avalio como positiva a proposta de nos reunirmos com entidades do nosso setor e de quaisquer outros que tiverem interesse em discutirmos o cenário do sistema de transporte público. Os problemas da falta de ônibus não podem continuar afetando a população teresinense. O transporte público influencia sobremaneira na economia de nossa cidade, com esse caos todos perdemos: empresas, município e trabalhadores”, ressalta.

O transporte público de Teresina tem enfrentado uma crise do sistema e afetado a vida de trabalhadores e passageiros, que necessitam desse serviço para se deslocar.

Com a pandemia de Covid-19, o setor apresentou maiores dificuldades e hoje atinge diretamente a rotina das pessoas, que passam a utilizar outros meios de deslocamento, em sua maioria, com custos superiores ao habitual.

Da Redação 
[email protected] 

Imprimir