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"Não vamos aceitar enganação", afirma governador sobre preço da gasolina

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O governador Wellington Dias (PT) descartou a possibilidade de acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja retomado o Fundo de Equalização de Combustíveis, que estabiliza o preço da gasolina no valor de R$ 4,50. O petista também fez críticas aos argumentos do governo federal para justificar o aumento do preço dos combustíveis e frisou que os “governadores não aceitaram ser enganados”. 

“É uma enganação. Lá atrás enganaram os caminhoneiros e agora estão querendo enganar o povo brasileiro e ainda querem colocar a culpa nos governadores. Nós governadores não vamos aceitar enganação”, pontuou. 

Enquanto os governantes pontuam que a alta nos preços dos combustíveis é responsabilidade da política nacional da Petrobrás. A base do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defende que produto encarece devido o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), estipulado pelos estados. 

Wellington Dias explicou que não é possível acionar o STF, pois a medida que estabelece a cobrança sobre os combustíveis foi determinada por meio de uma Lei aprovada em 2016. Segundo ele, a solução, pode-se chegar a essa mudança por dois caminhos: o Senado Federal ou pelo ministro da Economia Paulo Guedes. 

“Infelizmente não podemos judicializar, porque foi uma Lei aprovada em 2016, voltada para facilitar em 2016 voltada para facilitar a venda Petrobras e Eletrobrás, veja que por um lado aumenta o preço do combustível e da energia e de outro aumenta o lucro do setor privado que passou a ser dono das empresas. O que apostamos que a solução passa ministro da Economia e pelo Congresso Nacional”, frisou. 

Na quinta-feira (21), os governadores terão uma reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (União Brasil). O Congresso analisa proposta aprovada na Câmara e que segundo os governadores poderá levar a uma perda de arrecadação de pelo menos R$ 24 bilhões em arrecadação.

Visita nova maternidade 

As declarações do governador Wellington Dias(PT) foram dadas durante a visita às obras da nova maternidade de Teresina, na A venida Presidente Kennedy, na zona leste de Teresina. Além do governador, outras autoridades também estiveram no local na manhã desta quarta-feira(20), como o secretário de Saúde, Florentino Neto. 

A nova maternidade já está com 70% da estrtutura concluída e deve ser entregue aos piauienses em 2022. 

 

 

Flash Paula Sampaio
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