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No HU, pais levam filhos de 12 anos para tomarem vacina contra covid

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Iniciou às 8h desta quinta-feira (04/11) em Teresina a vacinação contra a Covid-19 em adolescentes de 12 anos. Com isso, adolescentes de 12 a 17 anos já podem ser imunizados na capital piauiense contra o coronavírus. 

O fluxo de pessoas no Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí (HU-UFPI), um dos pontos de vacinação de adolescentes em Teresina, foi visto como normal pelos profissionais da saúde que trabalham na vacinação.
 
Segundo informou ao Cidadeverde.com a técnica em enfermagem Cinara Tamara, muitos adolescentes estão indo até o local de vacinação para serem vacinados contra a Covid-19.
 
"A cobertura vacinal nesse primeiro dia está muito boa. Os adolescentes estão chegando acompanhados de pais ou responsáveis. Só agora pela manhã, mais de 150 adolescentes já foram vacinados", destacou à reportagem a técnica Cinara Tamara.

Foto: Roberta Aline / Cidadeverde.com 


 
A vacina que está sendo aplicada nos adolescentes é pfizer, único imunizante autorizado a ser utilizado nesse público alvo da campanha de imunização contra a Covid-19.
 
Até o momento, pelo menos segundo relatou Tamara ao Cidadeverde.com, nenhum caso de reação foi registrado no Hospital Universitário. "A vacinação ocorre aqui justamente porque temos um suporte de toda uma equipe. Até agora não tivemos nenhum caso de reação à vacina. Tudo segue tranquilo e deve continuar assim", completou a técnica Cinara Tamara.
 
“MINHA MÃE PODERIA ESTAR VIVA

Lívia Raquel levou o sobrinho adolescente para ser vacinado contra a Covid-19. À reportagem, Raquel falou sobre a importância desse momento para a sociedade. 

Foto: Roberta Aline / Cidadeverde.com 


 
“Quanto mais a sociedade estiver vacinada, mais garantias a gente tem de uma sociedade mais saudável. Foi tardio o início da vacina. E isso tudo porque demorou a chegar. Isso tudo porque o nosso presidente é um presidente insano, que não se preocupa com a população brasileira”, criticou Lívia Raquel.

A tia do adolescente lamentou ainda o fato da vacina ter demorado. Porque, segundo ela, se a vacinação tivesse chegado antes, não teria perdido entes queridos. “Eu não teria perdido minha mãe, não teria perdido meu sogro, não teria perdido um primo. São dores que sangram na alma”, pontuou Raquel. 

 

Nataniel Lima
[email protected]  

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