Cidadeverde.com
Vida Saudável

Câncer de pele: especialista faz alerta para riscos e prevenção da doença

Imprimir



O Dezembro Laranja é uma campanha que reforça os cuidados contra o câncer de pele, um dos tipos com maior incidência no Brasil e no mundo. O diagnóstico precoce da doença é fundamental para a cura, além de também evitar mortes.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, quase 180 mil novos casos surgem por ano no país e, depois da pandemia da Covid-19, mais de 17 mil pessoas deixam de ser diagnosticadas com a doença. Esta situação afetou, sobretudo, a população que tem mais de 60 anos de idade.

Segundo o dermatologista Thales Bastos, especialista em câncer de pele, existem três tipos de câncer de pele: carcinoma basocelular (não melanoma), carciona espinocelular (não melanoma) e o melanoma. Destes, os não melanomas são os mais comuns.

“Os mais comuns são os não melanomas, que correspondem a mais ou menos 95% dos casos de câncer de pele. Pessoas de pele clara, que se expõem muito ao sol ou que possuem atividades profissionais expostas ao sol são as mais afetadas. O não melanoma já tem uma chance menor de dar metástase e de levar ao óbito, se comparado ao melanoma, a forma mais grave da doença”, falou. 



Ainda de acordo com o especialista, o câncer de pele aparecem geralmente como sinais, lesões vermelhas ou novas feridas que não cicatrizam. “Para as pessoas que possuem manchas ou lesões a dica que dou é: se você tem um sinal que está só aumentando devagarzinho, ele merece ser examinado”, alertou.

Thales Bastos explica também que pessoas com muitos sinais na pele sempre devem passar por uma avaliação com um dermatologista.

"O ideal é que todas as pessoas façam, pelo menos uma vez ao ano, uma avaliação dos sinais com um dermatologista. Se for uma pessoa com fator de risco, a avaliação deve ser feita de seis em seis meses. Outra dica é o “sinal do patinho feio”, quando a pessoa percebe que existe um sinal um pouco diferente dos outros. Esse também merece um pouco mais de atenção", explicou.

 

Jaqueliny Siqueira
[email protected]

Imprimir