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Alopécia: Entenda a doença de Jada Smith que causa queda de cabelo

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Foto: instagram @jadapinkettsmith

 

A queda de cabelo em mulheres é um problema mais comum do que se imagina. Depois da cerimônia do Oscar ficar marcada pelo polêmico tapa que o ator Will Smith deu em Chris Rock, após uma piada sobre a cabeça raspada de sua mulher, Jada Pinket Smith, que tem alopecia, o assunto dominou as redes sociais em todo o mundo.

A alopecia é a perda de cabelo ou de pelo em qualquer parte do corpo. Segundo a Sociedade Brasileira de Tricologia (SBTr) a procura por consultas por conta do problema aumentou 90% nos últimos meses. “A boa notícia é que existem diversos tratamentos capazes de reverter o quadro quando a calvície é provocada por alopecia”, explica Patricia Marques, especialista em tricologia.

O diagnóstico é feito com exames clínicos e laboratoriais, e o mais importante deles, que determina o tipo de alopecia, é a tricoscopia, feito com uma lente especial que mostra em detalhes a camada superficial da pele do couro cabeludo, além de biópsia em alguns casos. 

O tratamento varia de acordo com o tipo de alopecia. De acordo com os tabloides americanos, a mulher de Will Smith é portadora de alopecia aerata, uma doença autoimune que produz anticorpos contra o fio do cabelo, mas ele não chega a fibrosar e morrer, então a condição é reversível. Está associada a fatores emocionais, como traumas físicos, estresse e quadros infecciosos.

“O tratamento geralmente envolve o uso de corticoides, loções e vitaminas para estimular o crescimento capilar, mesoterapia, entre outros”, explica Patricia.

Além da aerata, existem outros tipos de alopecia como androgenética, popularmente conhecida como calvície; por tração, quando a queda do cabelo é provocada pelo uso contínuo de rabos de cavalo ou penteados muito apertados; difusa, quando os fios pulam os estágios de crescimento capilar e vão direto para a fase de queda; senil, provocada pelo avanço da idade e mais comum acima dos 50 anos, entre outras.

As causas são variadas e podem estar relacionadas com fatores genéticos, estresse, disfunções hormonais, anemia, entre outros. “É importante ter acompanhamento com tricologista, além de uma necessária avaliação para fazer o diagnóstico correto e determinar o tratamento específico para cada tipo de alopecia”, finaliza a especialista.

 

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Da Redação
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