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Regina Sousa vai nomear 14 novos secretários e diretores de órgãos; veja os cotados

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Foto: Yala Sena


A governadora Regina Sousa (PT) vai anunciar nesta sexta-feira (1) os novos nomes que irão compor o secretariado de seu governo.

Durante a posse, Regina Sousa, nomeou apenas o secretário de Governo, Antônio Neto, que irá substituir Osmar Júnior que vai coordenar a campanha do ex-governador Wellington Dias (PT), que disputará o Senado Federal.

Regina Sousa já anunciou que a maioria da equipe será composta por nomes de pessoas que já estão na pasta. “É o mesmo governo. Serei a Regina de sempre”, disse.

Alguns nomes estavam sendo fechados de ontem para hoje, após diálogos com os partidos da base aliada. 

Veja os nomes cotados: 

Rafael Fonteles (Fazenda) – Antônio Luiz (superintendente de Gestão da Sefaz) 
Fábio Novo (Cultura) – Carlos Anchieta
Simone Pereira (Agronegócio) – Jonas Moura, ex-presidente da APPM
Janainna Marques (Infraestrutura)- Deusval Lacerda de Moraes 
Florentino Neto (Saúde) – Neris Júnior 
Lindomar Castilho (Policia Militar) – Sheyvan Lopes

Secretários-deputados vão indicar pastas: 

Hélio Isaiais (Transportes) 
Fábio Xavier (Cidades)
Flávio Nogueira Júnior (Turismo)
Castro Neto (DER)
Zé Santana (Sasc)
Viviane Moura (PPP)
Mainha (Superintendência do governo em Brasília)
Agespisa

 

Relação com governo Bolsonaro

A governadora afirmou que não pretende entrar em embate com membros do governo de Jair Bolsonaro (PL). Regina Sousa ainda fez uma avaliação da administração de Bolsonaro frente ao governo federal e o classificou como um “inimigo da federação”. 

“Não vou entrar em debate com o governo Bolsonaro. Se não vão dizer que estou fazendo campanha. Todo mundo percebe que é um inimigo da federação. Como governo prejudicou bastante a federação. Agora com a redução do IPI, muitos estados, não só no Nordeste, poderão perder. O Piauí, por exemplo, poderá perder R$ 340 milhões”, destacou. 

A governadora citou como exemplo a ação do governo federal de cortar 25% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). No total, a ação pode gerar uma perda anual de arrecadação a estados e municípios superior a R$ 10 bilhões, segundo informações divulgadas pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite). 

 

Yala Sena e Paula Sampaio
[email protected]

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