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Em show, Whindersson fala da vacina, violência em Teresina e canta melô da gasolina alta

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Com mar de luzes de celulares e gritos de umas 15 mil pessoas, o humorista Whindersson Nunes subiu ao palco na noite deste sábado (18), em Teresina, em show de despedida. 

De blazer, usando apenas a iluminação como aliada, o youtuber piauiense fez o público ri falando de coisas sérias como a pandemia, a violência em Teresina, a falta do saneamento básico e outros assuntos do dia a dia do brasileiro. 

No show “Isso não é um culto”, ele defendeu a vacina e cantou com o músico Luan Murilho o melô da gasolina alta, uma crítica aos constantes aumentos dos combustíveis.

Quem foi para o show, no estádio Albertão, se deparou com um Whindersson mais seguro de si e fazendo humor com temas que angustiam desde o adulto ao adolescente. 

A abertura do show foi com o humorista Robson Sousa, teresinense que mora em São Paulo e amigo do Whindersson. 

Logo no início da apresentação, Whindersson brincou sobre o algoritmo, a ferramenta que move a internet, e fez uma definição: “algoritmo é a inteligência por trás de seu celular, seleciona só o que você gosta”.

Com humor, Whindersson defendeu que o “mundo está se acabando” e brincou sobre a harmonização facial e o poder de guerra do Brasil.     

Ao descrever situações que envolvem o adolescente, o youtuber disse que “todo mundo tem um coringa dentro de si” e que os pais precisam acompanhar seus filhos. 

Show de Whindersson que não tem história do seu pai e sua mãe é impossível. É sua essência, sua inspiração. Ele voltou a contar situações hilárias com a mãe. 

No palco, ele revelou que sua maior vocação é “se comunicar” e que se apaixonou pelo teatro com o espetáculo “Paixão de Cristo”, que assistia em Bom Jesus, sua terra natal.  

Foto: Yala Sena

Projeto para surdos sentirem a música

Ao interromper o show, pois o tradutor de libras estava sem luz no palco, Whindersson falou do projeto da empresa piauiense de um protótipo de aparelho que faz o surdo sentir a música. No show do Albertão, três pessoas com deficiência auditiva fizeram um teste com o aparelho acompanhando a apresentação.  

Vacinação

Durante o show, o youtuber criticou quem não quer se vacinar. “tem gente que não quer se vacinar. Quando perguntam minha opinião e eu digo mesmo. E a vacina Whindersson? macho, eu acho que deveria ser sem autorização mesmo”. 

Melô da gasolina alta

Pedindo coro do público, Whindersson cantou a melô da gasolina alta acompanhado do músico Luan Murilho. A paródia diz que ele foi ao posto de combustíveis e “tomou um susto” e que “eu te amo, virou eu te deixo em casa”.

 

 

 

Violência em Teresina

Afirmando que em Teresina “está tudo diferente”, o humorista disse que hoje em dia ninguém para em sinal vermelho na capital piauiense. Ele lembrou que os bandidos estão agora quebrando os vidros dos carros. “Hoje está tudo mudado. Até o Uber não vem mais”. 

No show, Whindersson lembrou da luta com Popó, fez brincadeiras sobre a surra que levou e que o título do “Isso não é um culto” nasceu da palavra “cultuar, cultura”. 

O encerramento do show foi com ele de maestro apresentando um coral de vozes, destacando a importância dos tenores, baixos, contraltos e sopranos.

 

Em seu perfil no Instagram, Whindersson agradeceu a presença do público e lembrou que o primeiro show em Teresina tinha 38 pessoas na Sala Torquato Neto, no Clube dos Diários. 

“38 pessoas na primeira vez que subi no palco na Sala Torquato Neto, atrás do teatro 4 de Setembro, hoje 15 mil pessoas no Estádio Albertão. É muita emoção na vida do cara man, muita coisa eu passei de lá pra cá, mas os de fé sabem que meu plano era voltar que nem o Michael Jackson, aqui estamos nós, nada mudou, obrigado TERESINA!!”. 

 

 

 

Flash Yala Sena
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