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Vida Saudável

23% dos brasileiros desenvolveram ansiedade no pós-pandemia

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Foto: Arquivo/Cidadeverde.com

 

Após 2 anos de pandemia de Covid-19, um dos principais reflexos desse período tem sido a saúde mental das pessoas, sem dúvida um grande desafio a ser enfrentado. Marcado pelo isolamento social, mudanças de hábitos e consequências físicas e emocionais, milhares de pessoas convivem com sequelas obtidas. Dados do Instituto Albert Einstein sobre a ocorrência de depressão, transtornos de ansiedade e insônia nos brasileiros, constataram a prevalência de ansiedade em torno de 23,2%, enquanto a depressão foi com a taxa de prevalência de 22,8%.

Setembro é lembrado pela cor amarela, que enfatiza a importância da preservação da vida e apoio emocional. Neste mês, diversas ações são feitas para a conscientização das pessoas para o cuidado individual e atenção ao próximo. A psicóloga Ioná Vaz, pontua algumas atitudes importantes para o fortalecimento da saúde mental.

“Atitudes podem ser feitas para a proteção da saúde mental como harmonização do ambiente, não se cobrar tanto e relaxamento do corpo. Além disso, investir em estratégias que possibilitem o equilíbrio das funções mentais, buscar alternativas que contribuem para harmonizar o ambiente externo e interno. E o mais importante não se cobrar tanto, seja a todo e qualquer tipo de situações, equilíbrio é essencial”, informa.

Alguns sinais podem ser percebidos em indivíduos com saúde mental abalada ou com tendência a depressão e ansiedade. Todo e qualquer indivíduo, demonstra em suas ações, alertando que algo não está bem, isso se dá através da mudança de comportamentos, emoções alteradas, sentimentos e pensamentos desordenados, repetitivos e inadequados.

Ioná Vaz faz algumas recomendações profissionais. “Após estas ações, devem encaminhar a um profissional qualificado para realizar um tratamento de qualidade e com excelência. Tratar com descaso e sem empatia o indivíduo que necessita de uma ajuda psicológica, são questões que precisam ser evitadas, pois muitas das vezes são interpretadas perante a sociedade como sinais de fraqueza”, finaliza a especialista.

 

Da Redação
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