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'Engoli a seco ataques maldosos, mas agora chega!', desabafa Patrícia Poeta

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Divulgação/Globo
Patrícia Poeta comete gafe no terceiro dia no comando do 'Encontro'

Patrícia Poeta resolveu fazer um desabafo nas redes sociais na noite desta quinta-feira (15). A apresentadora revelou que não suportava mais ser alvo de comentários maldosos desde que assumiu o comando do programa Encontro no início de julho na Globo.

Ela assumiu que demorou a tomar uma atitude com relação as intrigas e boatos por não querer "dar holofotes para pessoas que propagam o mal, gente hipócrita, mentirosa, que quer ganhar audiência ou cliques, custe o que custar".

"Ver essa gente inventando história a meu respeito (coisas absurdas, por sinal) magoa demais. Só tenho seguido em frente com o sorriso no rosto, nessa altura da vida, porque amo o que faço, porque tenho uma família e amigos que estão sempre por perto e porque sei qual é a minha missão nessa vida", começa Patrícia dando um tom firme ao relato.

Em meio a rumores de um clima insustentável nos bastidores do Encontro, especialmente com seu colega de bancada, Manoel Soares, Patrícia exigiu respeito. "Durante mais de 60 dias fiquei calada. Engoli a seco ataques maldosos e mentiras descabidas ditas por pessoas irresponsáveis. Mas agora chega! Basta!", declarou Patrícia. "Sou humana. Sou mulher, batalhadora e, sinceramente, merecedora de cada conquista até aqui. Quem em conhece sabe disso. Afinal, são 25 anos trabalhando duro, me dedicando e nunca fazendo mal a ninguém", completou a apresentadora.

Patrícia Poeta não citou nomes e ainda fez questão de agradecer o apoio dos amigos e da equipe do Encontro. "Termino aqui lembrando que nós mulheres somos capazes de chegar aonde quisermos, deixando para trás aqueles que nos diminuem, tentam desmerecer nossas conquistas ou impedir de chegarmos mais longe. Aos meus colegas de trabalho e ao público, mais uma vez, o meu muito obrigada. Juntos somos mais fortes, nessa corrente do bem. Aos mentirosos: não desejo mal, não. Desejo apenas que nunca sejam vítimas do mal que provocam. É muito doloroso", finaliza ela.

 

Fonte: Folhapress

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