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TJ-PI é reconhecido nacionalmente e conquista selo prata no CNJ

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Foto: Renato Andrade/ Cidadeverde.com

A qualidade nos serviços prestados fez com que o Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI)  alcançasse o selo prata no ranking nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O presidente do órgão, desembargador José Ribamar Oliveira, considera a conquista um avanço valioso que coloca o Piauí em 11º lugar entre os tribunais estaduais.

"Foi um avanço muito grande. Éramos o 20º lugar em 2021 e o  27º em 2020. Saltamos  do último lugar para o 11º.  Em dois anos, considero isso um avanço muito valioso. O Tribunal de Justiça é respeitado não só aqui, mas lá fora. Focamos em governança, produtividade, transparência, tecnologia e dados. Avançamos bastante. Demos um salto de qualidade", comemora o presidente do TJ-PI que destacou o empenho dos assessores na conquista.

"O presidente só dava o norte. A atividade, o empenho, o zelo e a dedicação dos meus assessores mais próximos, que levaram tudo a frente", frisa Oliveira que comemora também o 1º lugar em transparência no ranking do CNJ. 

"O CNJ definiu os eixos de governança: a governança em si, produtividade, tecnologia e dados, e transparência, eixo que somos o 1º lugar entre os 90 tribunais brasileiros, federais, do Trabalho, entre outros", destaca Oliveira.

O desembargador diz que o reconhecimento nacional reflete diretamente na população. 

"Isso é um avanço também para a sociedade, pois os processos andam mais rapidamente, temos avanço na área de tecnologia. Em breve estamos implementando a inteligência artificial no Piauí. Ela reúne, por exemplo, aqueles processos que têm os mesmos objetivos, os mesmos fundamentos, em um julgamento único, isso faz com que um processo que duraria meses, pouco mais de um ano, se resolva em dois ou três meses", adianta o presidente. 

Para a conquista, ele cita ainda o alto investimento em tecnologia que saltou de R$ 2 milhões para R$ 40 milhões. 

"Não chegamos a gastar tudo isso, mas empregamos cerca R$ 30 milhões, por exemplo, com segurança cibérnetica. Os Tribunais todos recebem muitos ataques, querem sequestrar os dados. Os ataques são feitos diariamente, de hackers de países do Leste Europeu e até de países asiáticos. Compramos softwares caros para que nossos dados estejam bem seguros", elenca os investimentos. 

Graciane Araújo
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