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Alunos grevistas da UFPI de Parnaíba são recebidos pelo reitor Luis Junior

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Atualizada às 11h20
 
Fotos: Carlos Lustosa Filho/Cidadeverde.com

 
Cerca de 50 estudantes dos cursos de Fisioterapia, Turismo e Psicologia de Parnaíba estão reunidos, neste momento, com o Reitor da Universidade Federal do Piauí (Ufpi), Luís Júnior, em Teresina, para apresentar uma pauta de reivindicação.
 
Os alunos, do 5º período de Fisioterapia, estão há nove dias em greve porque estão na metade do curso e não possuem os equipamentos e salas apropriadas para as aulas práticas.
 
Desde 2007 foram abertos: Biomedicina, Psicologia, Fisioterapia, Turismo, Engenharia Marinha, Biologia e Matemática e não há estrutura. Os alunos reclamam que todo ano entra mais alunos e o campus está ficando superlotado.
 


O ônibus de alunos da Universidade Federal do Piauí (UFPI) de Parnaíba, com 48 estudantes, chegou no campus Ininga, em Teresina, para uma audiência com o reitor Luís Júnior.
 
Na semana passada os estudantes entraram em greve, em protesto, segundo eles, ao descaso da estrutura do campus Ministro Reis Velloso, no litoral piauiense. Os estudantes de Psicologia e Fisioterapia afirmam que os laboratórios de anatomia e fisiologia são improvisados e faltam testes psicológicos.
 
Fotos: Estudantes UFPI Parnaíba
Protesto dos estudantes pelas ruas de Parnaíba
 
A representante do Centro Acadêmico de Psicologia, Suzy Tiberly Araújo, disse que os alunos reclamam desde a falta de livros, até mesmo a dificuldade para obtê-los emprestados na biblioteca. Até a Internet, que era liberada aos estudantes e passou a ser restrita aos funcionários.
 
Os universitários fizeram um protesto por uma das principais avenidas da cidade, São Sebastião. Engenharia de Pesca, Biomedicina e outros cursos também anunciam engajamento no evento.
 
O curso de Fisioterapia se queixa de falta de peças nas salas de anatomia, inclusive de um exaustor, o que torna a prática insuportável com o odor do formol. Os estudantes reclamam também que tiveram de assistir aulas práticas de uma disciplina no chão, sem colchonetes ou macas. Além disso, a obra da clínica de Fisioterapia estaria embargada.
 
O estudante de Psicologia, Rodrigo Menezes, disse que os esforços são para mobilizar para que uma alternativa seja agilizada. “Nossos esforços são para mobilizar para ver se já em Agosto, nós já podemos usufruir pelo menos dos testes e do laboratório de anatomia e fisiologia, porque continuar como está não dá. Tem gente de Psicologia que passou o período e só viu 2 horas práticas de anatomia!”, destacou o universitário.
 


Caroline Oliveira
[email protected]

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