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Michael Jackson morreu em casa, dizem socorristas

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Os paramédicos já encontraram o cantor Michael Jackson morto quando chegaram à casa dele, em Los Angeles, em 25 de junho passado, conforme informações divulgadas pelo site TMZ, especializado em entretenimento, neste domingo. "Eles, inclusive, levaram um tempo para perceber que a vítima era o famoso cantor", afirma o site.

Conforme o TMZ, os paramédicos afirmaram que Michael não tinha atividade cardíaca nem "nenhum sinal de vida" e que quiseram pronunciar a morte de Jackson ainda dentro da casa, porém acabaram obedecendo ao médico pessoal do cantor, Conrad Murray, uma autoridade médica superior, e o levando para o hospital.

O médico começou a ser investigado nesta quinta-feira (23) como suspeito pela morte do astro, segundo o jornal "Los Angeles Times". A polícia investiga a hipótese de que Murray tenha cometido o crime involuntariamente ao prescrever sedativos e analgésicos de venda controlada ao cantor.

Segundo documentos apresentados à Justiça de Houston (Texas), membros do departamento antidrogas (DEA) e detetives de Los Angeles revistaram nesta quarta-feira (22) o escritório de Murray na busca de "artigos que constituíssem provas de um possível homicídio involuntário e que mostrassem que [o médico] cometeu o crime".

Entre os objetos apreendidos há dois discos rígidos, cartas a um ex-empregado e documentos relacionados com suas práticas.

Nesta semana, o irmão mais velho do cantor, Jermaine Jackson, afirmou que não sentiu "boas vibrações" ao conhecer Murray. Em entrevista ao jornal britânico "The Sun", o músico questiona como Michael "ficou tão mal em só um dia se seu médico, cujo trabalho é manter alguém em boas condições, estava a seu lado".

"Sei que minha irmã disse que foi um assassinato e esse é seu modo de pensar. Suas emoções falaram, como as do meu pai, que perdeu o filho, mas eu digo que é preciso esperar para ver o que dizem os relatórios toxicológicos e, a partir disso, agir", disse.

Os administradores do patrimônio de Michael informaram que ao menos US$ 5,5 milhões (R$ 10,4 milhões) em dinheiro e bens fazem parte da herança. Katherine Jackson, mãe do cantor, e os três filhos de Michael --Prince Michael, 12, Paris, 11, e Prince Michael 2º, 7--, que estão sob a custódia dela, são os principais beneficiados.

O patrimônio de Jackson está sob administração do advogado John Branca e o executivo John McClain, como pedido no testamento de Michael Jackson.

Segundo o site TMZ, Michael tinha cerca de US$ 400 milhões (R$ 759,5 milhões) em dívidas.
 
 
 
 
Fonte: Folha Online
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