Cidadeverde.com
Entretenimento

Cordilheira na China é rebatizada em homenagem a Avatar

Imprimir

A etnia chinesa Tujia, da província de Hunan (centro do país) fez uma cerimônia para mudar o nome da cordilheira "Qiankunzhu", que passou a se chamar "Aleluia", nome dado às montanhas flutuantes que aparecem no filme "Avatar", informou hoje a agência oficial de notícias "Xinhua".


O diretor de "Avatar", o canadense James Cameron, se inspirou na cordilheira Qiankunzhu para criar as montanhas flutuantes "Aleluia" após ver imagens capturadas por fotógrafos de Hollywood que em 2008 estiveram na China para capturar imagens durante quatro dias.


O topo da cordilheira está 1.074 metros acima do nível do mar, e é uma das mais de 3 mil montanhas da zona turística de Yuanjiajie, patrimônio natural do mundo na cidade de Zhangjiajie (Hunan).


"As imagens dos fotógrafos se transformaram em protótipos para vários elementos que aparecem no mundo de Pandora do filme 'Avatar'", disse Song Zhiguan, diretor da administração de Yuanjiajie.

Reuters

Cordilheira"Qiankunzhu" vai se chamar "Aleluia", em homenagem ao filme "Avatar"


Um funcionário da zona, Li Ping, acrescentou que "cerca de 25 minutos de 'Avatar' estão ambientados em Zhangjiajie e, as montanhas 'Qiankunzhu' aparecem em várias ocasiões".


"Avatar" se passa no ano de 2154, e narra a luta dos Na'vi, um povo do planeta Pandora que enfrenta a uma agressiva colonização humana que deseja suas terras, ricas em minerais.


A mudança de nome, celebrada por centenas de pessoas que vivem na região em cerimônia que contou com os trajes tradicionais da etnia Tujia, deu origem a um debate na internet entre usuários que consideram que o fato trará mais turistas à zona e outros que lamentam que uma montanha chinesa tenha um nome estrangeiro.


O filme de Cameron, premiado com vários Globos de Ouro e favorito também no Oscar, arrecadou US$ 1.841 bilhões no mundo todo, e na China se transformou no filme mais visto, assegurou a "Xinhua", que informa que no país as exibições já renderam US$ 80 milhões.



Fonte: Folha Online

Imprimir