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Navio da Marinha chega ao litoral e inicia patrulhamento para localizar manchas de óleo

  • navio-guanabara3.jpg Capitania dos Portos do Piauí
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  • Untitled-8.jpg Romero Holanda e Clebson Lustosa/TV Cidade Verde
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Um navio da Marinha chegou ao litoral piauiense para ajudar na localização de manchas de óleo. O navio vai ajudar principalmente no mapeamento e limpeza dos resíduos no Delta de Parnaíba, local de difícil acesso. 

Na manhã de hoje (18), equipes da Marinha, Exército, ICMBio, Ibama e  técnicos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Semar-PI) saíram para uma incursão na costa marítima do litoral piauiense, para tentar identificar mais manchas de óleo.

Três praias interditadas no fim de semana, permanecem impróprias para banho. 

De acordo com o gerente de fiscalização da Semar, Renato Nogueira, o monitoramento será feito em um navio patrulha da Marinha e deve durar o dia todo.

“Nós vamos tentar identificar alguma mancha que esteja próximo ao nosso litoral, para desencadear as próximas ações corretivas e preventivas, se possível, vê se há veracidade nos relatos de que haviam manchas a três ou quatro quilômetros de distância daqui”, informou o Nogueira ao repórter Clebson Lustosa da TV Cidade Verde. 

Ele disse que as praias de Atalaia e Peito de Moça, em Luís Correia e Pedra do Sal em Parnaíba continuam impróprias para banho, mesmo o aparecimento tendo reduzido na Atalaia. “Já na Pedra do Sal, depois da limpeza de sábado à tarde, nesse domingo reapareceram mais fortemente. Na Atalaia foi mais insignificante porém continua interditada”, afirmou. 

O comandante da Capitania dos Portos no Piauí, capitão Benjamin Dante, informou que três navios patrulhas e duas aeronaves estão atuando no litoral do Piauí e Maranhão juntamente com mais de 100 militares da Marinha, mais homens do Exército dos dois estados e Corpo de Bombeiros e fuzileiros navais de Belém que atuam para identificação e limpeza das manchas de óleo nas praias e principalmente no Delta do Parnaíba. 

Desde o início já foram retiradas mais de três toneladas de material oleoso das praias piauienses. Em setembro, sete praias foram afetadas, mas nenhuma foi considerada imprópria, já neste reaparecimento, das cinco afetadas, três estão impróprias para o banho. 
 
Os técnicos também revelam que o material desta vez é mais viscoso e disperso, diferente da primeira aparição que eram mais compactadas e mais sólidas.

Neste domingo, as aeronaves sobrevoaram as praias do litoral e não identificaram manchas na superfície. O Movimento dos Percadores e Pescadoras Artesanais do Piauí (MPP-PI) solicitam estado de emergência para o Delta do Parnaíba.

 

 

Caroline Oliveira
Com informações do repórter Clebson Lustosa diretamente de Parnaíba
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