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Município de Bom Jesus torna-se modelo no desempenho escolar

O investimento da prefeitura de Bom Jesus na educação está produzindo importantes resultados, e rapidamente. É o que mostra o último índice do Programa Alfa e Beto, voltado para a alfabetização na primeira infância e que atua na redução da evasão escolar. Os números mostram que Bom Jesus alcançou excelente desempenho – o que coloca a cidade como um modelo para outros municípios. ”Fico feliz com este resultado, porque é a resposta ao trabalho que realizamos e, mais que tudo, é um investimento seguro no futuro de nossa criançada”, diz o prefeito Marcos Elvas.

Segundos dados do Instituto Alfa e Beto (IAB), responsável pela execução do programa, nada menos que 75 dos alunos da rede municipal são alfabetizados já no primeiro ano. Esse desempenho cresceu em todos os cinco primeiros anos do ensino básico, de responsabilidade direta da prefeitura. Dos que estão no 5º, as escolas municipais conseguiram elevar esse índice a 94%.

Os dados do IAB mostram a grande evolução em relação a 2014. No 1º ano de estudo, o desempenho (nível de alfabetização) era de apenas 17% e passou para expressivos 75%. No 2º ano, a evolução foi de 30 para 71%. No caso do 3º ano, passou de 40 para 79% e, no 4º ano, de 63 para 83%. Na avaliação anterior, o desempenho do 5º foi de 85%, alcançando agora 94%.

“Conseguimos um grande avanço, resultado dos investimentos que estamos fazendo”, diz o prefeito Marcos Elvas. Ele observa que a qualificação da educação tem sido prioridade em sua gestão. “É gratificante ver que esse trabalho está dando certo, porque acreditamos na educação como compromisso na formação de nossa juventude e transformação de nossa cidade”, diz Marcos.

O prefeito afirma que a primeira preocupação é colocar a criança na escola, seguida da real qualificação da educação. “Estamos investindo em educação, em todos os setores”, ressalta Marcos. Isto implica na valorização do professor, na melhoria das escolas e acompanhamento dos resultados alcançados em sala de aula. “Além disso, acreditamos na escola como um espaço de vivência e socialização, o que se soma ao papel educativo formal. Ou seja: queremos uma escola que forme as pessoas adequadamente, inclusive com uma visão cidadã”, diz Marcos Elvas.