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Entidades se reúnem para debater o combate da hanseníase em Floriano

Profissionais da Secretaria Municipal de Saúde de Floriano, através das coordenações de Atenção Básica, NAFS, Vigilância Sanitária e Epidemiológica, se reuniram na manhã desta segunda-feira (18) no Centro de Saúde III - FUNASA, com instâncias estaduais, federais e internacionais para tratar sobre medidas de prevenção e combate à hanseníase.

A hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa, causada pelo bacilo Mycobacterium leprae. Esse bacilo tem a capacidade de infectar grande número de indivíduos, mas, no entanto, poucos adoecem. A doença acomete principalmente pele e nervos periféricos podendo levar a sérias incapacidades físicas.       

Atualmente, Floriano é considerada município endêmico da doença e, por isso, os profissionais da saúde municipal estão engajados visando planejar ações a serem implantadas na cidade a partir de um evento que será realizado de 23 a 28 de outubro, abordando medidas de controle da hanseníase. Para isso, contam com o apoio do Ministério da Saúde e da OPS/OMS (Organização Panamericana de la Salud).

Entre as ações que serão realizadas está a capacitação de toda rede de saúde municipal pelo Ministério da Saúde e treinamento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). "Trabalhamos com uma previsão de que até 2020 teremos uma cidade livre da hanseníase", disse Thais Trajado, coordenadora de combate à

hanseníase.  

A programação terá continuidade no período da tarde e durante a semana, com capacitação in loco das equipes e mutirão de mobilização para atendimento nos postos de saúde. "Este é um passo importante para que possamos nos integrar e pontuarmos as estratégias junto à saúde do Estado e parceiros como forma de reduzir a incidência da doença em Floriano", disse Enéas Maia, secretário de Saúde do município.

Também como parceiros, a Secretaria Municipal de Saúde, conta com as  Associações de Bairros e Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan).

Fonte: Ascom