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Gol quer banir, para sempre, acusado de ejacular em passageira durante voo

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Avião da companhia aérea Gol pousa no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em imagem de arquivo (Foto: Celso Tavares/G1)

A companhia aérea Gol informou, nesta sexta-feira (8), que estuda formas de "banir definitivamente", de todos os voos da empresa, o homem de 51 anos suspeito de se masturbar e ejacular na passageira ao lado. O caso foi registrado no início da manhã, em uma aeronave que saiu de Belém rumo a Brasília.

O caso é investigado como contravenção de importunação ofensiva ao pudor. À Polícia Civil, ele negou o abuso, e disse que cuspiu durante uma crise de tosse, e acabou atingindo a passageira.

O passageiro foi escoltado por comissários durante o voo, para evitar agressões, e detido no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília. Ao perceber que estava com a roupa manchada, a mulher pediu socorro e foi colocada em um outro assento da aeronave.

A mulher, que tem 32 anos, contou que ambos estavam sentados na fileira 24. Ela teria pego no sono assim que o avião decolou. Meia-hora depois, acordou com o suspeito puxando a mão dela.

"Ainda sem saber o que estava acontecendo, viu a sua mão suja, com cheiro característico da ejaculação. De imediato, se instalou a confusão no interior do avião", disse a Polícia Civil.

Ação imediata

Em nota, a Gol disse que "repudia veementemente qualquer manifestação de violência como a ocorrida na manhã desta sexta". Segundo a companhia, a tripulação agiu imediatamente para imobilizar o agressor.

"Paralelamente, o comandante comunicou a Polícia Federal, seguindo para o aeroporto mais próximo onde haveria uma equipe da polícia esperando para efetuar a prisão", diz a empresa.

Por causa da confusão, o piloto teria esperado a chegada da PF para destravar as portas do avião. Responsável pela administração do aeroporto, a Inframerica disse que o que acontece durante os voos é de responsabilidade das empresas aéreas.

 

Fonte: G1

 

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