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Justiça decreta prisão preventiva de empresário que atirou em briga de trânsito

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Numa audiência de custódia foi realizada na manhã deste domingo(25), a prisão em flagrante do empresário Flábio Silva de Sousa foi convertida em prisão preventiva. Ele é suspeito de efetuar vários tiros contra Diógenes Cassimiro do Nascimento Sobrinho em uma briga de trânsito, quando este quebrou todos os vidros do veículo, onde estava o empresário, com um taco de beisebol. 

Os crimes ocorreram no sábado(24), no estacionamento de uma concessionária na avenida Raul Lopes, zona Leste de Teresina. Diógenes também foi preso em flagrante e liberado após pagar fiança. 

De acordo com a sentença do juiz de plantão, Carlos Augusto Nogueira, o empresário é suspeito de tentativa de homicídio qualificado, ao efetuar disparos no carro de Diógenes, contra ele e até dentro da concessionária. 

A Polícia Civil abriu inquérito tanto contra o empresário quanto contra Diógenes Cassimiro Sobrinho, que vai responder em liberdade, por dano qualificado e lesão corporal de natureza leve. 

A fiança arbitrada foi de um salário mínimo (R$ 954) e Diógenes deve “comparecer perante a autoridade todas as vezes que for intimado para atos do inquérito e da instrução criminal e julgamento; não mudar de residência ou ausenta-ser por mais de oito dias sem prévia comunicação à autoridade processante sob pena de quebramento da fiança e recolhimento à prisão”, segundo atestou o delegado Antônio Gadelha da Central de Flagrantes.

É a segunda vez que o empresário Flábio Silva de Sousa esteve na frente de um juiz neste ano. Em janeiro de 2018, ele foi condenado pela morte do caminhoneiro Helvécio Maia dos Prazeres, 75 anos, em um crime que ocorreu em 2010. Mas, como já havia cumprido integralmente a condenação de quatro anos e oito meses antes do julgamento, ele teve a pena extinta. 

O inquérito será instaurado pelo delegado Ademar Canabrava, do 12º Distrito Policial, responsável pela área onde ocorreram os crimes. 

A concessionária onde ocorreu a confusão se posicionou sobre o caso ainda na tarde de ontem. Em nota, o Grupo Newland lamentou o ocorrido e disse que adotará medidas na esfera criminal e na esfera cível para a reparação dos danos sofridos pela empresa e enfatizou que nenhum funcionário ou cliente ficou ferido.


Caroline Oliveira
carolineoliveira@cidadeverde.com

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