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Novo Instituto de DNA vai analisar 1.000 amostras de crimes sexuais no Piauí

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Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com

Inaugurado no dia 11 de novembro, o Instituto de DNA Forense fez os primeiros levantamentos da demanda que terá pela frente, uma vez que muitos testes necessários para investigações policiais deixaram de ser feitos por falta dessa estrutura no Piauí. Só de crimes sexuais de 2014 até hoje, são cerca de 1.000 amostras que aguardam serem analisadas. 

Os dados foram revelados pela coordenadora do Instituto de DNA Forense, Adilana Gomes, em entrevista ao Acorda Piauí, da Rádio Cidade Verde, na manhã desta quinta-feira (21). 

Além dos casos de crimes sexuais, devem ser analisadas 100 ossadas e 500 vestígios oriundos de locais de crime. São casos que ficaram sem análise de DNA porque os exames precisavam ser feitos no Maranhão ou em Pernambuco. 

Os exames de DNA vão depender de requisição dos delegados responsáveis pelos inquéritos, e só serão feitos após o processo de validação dos equipamentos dentro do Projeto de fortalecimento da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), implementado pelo Ministério da Justiça. 

As provas de crime ainda serão analisadas pela equipe do Instituto antes dos exames. Pelo tempo que estão guardadas e por falta de estrutura adequada para armazenamento das mesmas, existe o risco de que algumas delas possam estar degradadas. 

Ouça a entrevista na íntegra:

 

Fábio Lima
[email protected]

 

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