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Regina Sousa defende PT na rua para preparar programa de Fábio Novo

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Foto: Yasmin Cunha

A vice-governadora Regina Sousa afirma que o início do ano é o momento para o PT começar a ouvir o eleitor de Teresina. Segundo ela, isso é fundamental para que o partido possa elaborar um plano de governo que atenda às necessidades da capital.

Nas próximas semanas, o partido deve iniciar a realização de plenárias nos bairros de Teresina. As plenárias devem começar pela periferia da capital. 

"É o jeito do PT. É estudar a cidade. Agora é o momento certo para ouvir. Agora em janeiro até março é o momento de ouvir a população. Agora é o ano da eleição. O PT tem esse histórico de ouvir o povo, os anseios da sociedade. É importante porque se pode fazer um plano de governo bem bonito e na hora não corresponder aos anseios da sociedade. Só o povo sabe o que precisa. Não tem como fazer política sem ouvir. O PT tem que andar e ouvir. O Fábio é muito criativo e competente", afirmou.

Regina também falou sobre a disputa entre os pré-candidatos da base aliada pelo apoio do governador.

"O Fábio foi escolhido pelo partido. Claro que todo processo eleitoral tem negociações. Mas já tivemos várias situações em que a base tem mais de um candidato. É natural que essas disputas ocorram. Eu mesmo sou uma das defensoras que todos os partidos apresentem  candidatos próprios. É bom para a democracia e bom para o eleitor. Agora o PT não tem dúvidas que seu candidato é Fábio Novo. É uma questão de concepção. Para mim no primeiro turno os partidos se firmam com candidatura própria e no segundo turno se faz negociações", afirmou.

Sobre a possibilidade da vaga de vice de Fábio Novo ser ocupada por uma mulher, Regina diz que é necessário aguardar as negociações. O PCdoB deve indicar o vice de Novo.

"Seria muito bom se pudesse ser uma mulher para que  as mulheres possam ocupar espaços. Mas não tem nada contra se for um homem se no final se afunilar para ser um homem. Quando ele começa dizendo que prefere que seja uma mulher, isso já e um sinal para as mulheres se movimentaram na hora das discussões", destacou.

Terras indígenas

A vice- governadora acompanha de perto a questão dos povos indígenas no Piauí. Na Assembleia, há uma lei que reconhece a existências dos indígenas no Piauí.

O Interpi participa das negociações com os indígenas. Na semana passada, ela participou de reunião com índios que vivem em Pirirpiri. 

"O governador me passou essa tarefa dos povos indígenas. Não é só em Piripiri. Tem em São Francisco, Queimada Nova, Bom Jesus. A primeira questão era a lei. Mudamos a lei reconhecendo os povos indígenas do Piauí. Assumimos que o Piauí tem índio sim. A lei está na Assembleia para que eles tenham segurança jurídica. A outra questão é a terra. As tribos foram se urbanizado com o cresciemnto da cidade. Em Piripiri a terra já era urbana e eles pediam uma terra para trabalhar",  explicou.


Lídia Brito
[email protected] 

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