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Igreja pede que fiéis do grupo de risco continuem acompanhando missas pela internet

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Nesta segunda-feira, 27 de julho, as igrejas da Arquidiocese de Teresina iniciam a reabertura gradual dos templos com a presença de fiéis nas celebrações eucarísticas. Esse processo deve seguir as recomendações da Arquidiocese, que estão em sintonia com as autoridades em saúde. Mas é importante destacar que aqueles que integram o grupo de risco devem continuar acompanhando as celebrações em casa através das plataformas digitais.

“O vírus continua circulando, então a pessoa que vai até a igreja precisa ter essa consciência ciente dos riscos que está correndo. Não podemos proibir a entrada de ninguém, mas estamos colocando essas orientações especialmente para as pessoas que fazem parte do chamado grupo de risco”, declara padre Isaias Pereira, assessor eclesiástico para as comunicações na Arquidiocese.

De acordo com as autoridades em saúde, o grupo de risco é formado por: diabéticos, hipertensos, doentes renais, idosos acima de 60 anos de idade, cardíacos, pessoas com doenças pulmonares crônicas, bronquite e asma.

Outra orientação da igreja é que as crianças menores de 12 anos também não sejam levadas para as missas nesse nesse momento.

“As crianças menores devem permanecer em casa porque os pais não tem como garantir que elas consigam ficar num lugar fixo durante a celebração. Ela vai circular pela igreja e dessa forma, os pais colocariam em risco a própria família”, acrescentou o sacerdote.

O protocolo com todas as orientações de reabertura das igrejas foi elaborado, de modo específico para os católicos, através da SESAPI / DIVISA /FMS/VISAS Municipais, submetido à Consulta Pública e à Controladoria do Estado, sendo apreciado e aprovado pelo Comitê de Operações vc Emergenciais – COE, e o Comitê PRO Piauí e a Procuradoria Geral do Estado.

Por enquanto, estão suspensos os sacramentos do batismo, crisma, matrimônio e primeira eucaristia e os templos estarão autorizados a receber uma lotação máxima de 30% (trinta por cento) da capacidade da igreja ou capela, considerando todas as pessoas sentadas.

Dentre outras orientações no documento, estão:

1. Disponibilizar/visibilizar meios de alertas: banners, placas, marcadores ou adesivos alertando para o inimigo comum e invisível: o novo Coronavírus;
2. A equipe da Pastoral do Acolhimento deve estar preparada para acolher e orientar os fiéis sobre a higienização, distanciamento e uso obrigatório e permanente de máscaras por todos os participantes das celebrações;
3. Disponibilizar dispensadores de álcool gel 70% em todos os espaços possíveis da Igreja;
4. Fazer o distanciamento nos bancos e cadeiras de, no mínimo, 02 metros entre os participantes;
5. Todas as portas e janelas deverão permanecer abertas para garantir a circulação do ar no espaço;
6. Quando possível, deve-se celebrar ao ar livre;
7. É necessário isolar bebedouros de bico inclinado;
8. Não usar, em momento algum, recipientes com água benta;
9. Isolar com fitas as imagens expostas para que essas não sejam tocadas;
10. Orientar para que os fiéis se retirem do espaço da igreja mantendo o distanciamento necessário, evitando cruzamentos de pessoas, também no estacionamento.

 

 

Da Redação
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