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Piauí tem 698 novos casos e chega a 124.076 positivos para o novo coronavírus

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Foto: Marco Alpozzi/LaPresse/DiaEsportivo/Folhapress

Atualizada às 19h15

Mais 698 infecções foram confirmadas para o novo coronavírus no Piauí. Nesta terça-feira (24), o estado registra 124.076 casos positivos em todos os municípios piauienses. Em relação ao número de mortes, o Piauí já contabiliza 2.596, sendo que cinco óbitos ocorreram nas últimas 24 horas. Apenas 195 cidades possuem mortes pela doença. 

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde na noite desta terça-feira (24).

“Dos 698 casos confirmados da doença, 366 são mulheres e 332 homens, com idades que variam de um mês a 95 anos. Três homens e duas mulheres não resistiram às complicações da Covid-19”, informa.

Os principais números de terça (24/11)
- 5 mortes confirmadas / 2.596 no total
- 698 casos confirmados / 124.076 no total
- Média dos últimos 7 dias: 6 mortes / 451 casos
- 416 internados // 164 em UTIs
- 121.064 recuperados (estimativa)


Mortes 

Até agora, morreram 1.511 homens e 1.085 mulheres. Os óbitos mais recentes são dos seguintes municípios:

- Avelino Lopes: 1 morte (homem, 61 anos)
Total do município: 8 

- Buriti dos Montes: 1 morte (mulher, 83 anos) 
Total do município:12

- São João do Piauí: 1 morte (homem, 86 anos)
Total do município: 8

- Teresina: 1 morte (mulher, 77 anos)
Total do município: 1.152

- União: 1 morte (homem, 58 anos)
Total do município: 31

 

 

 

 

 


Os números do boletim podem incluir tanto mortes ocorridas nesta data como de dias anteriores, mas que somente agora tiveram o resultado do exame do coronavírus recebido pela Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi). 

Atualmente, estão internados 248 pacientes em leitos clínicos, quatro em estabilização e 164 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).  As altas médicas acumuladas desde abril chegaram a 6.408.  

“A Sesapi estima que 121.064 pessoas já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registrados nos últimos 14 dias) que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte”. 
 

Carlienne Carpaso
[email protected]

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