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TJ-PI divulga empresas campeãs de processos na Semana da Conciliação 2020

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Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com

O Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) inicia nesta segunda-feira mais uma edição da Semana Nacional da Conciliação. Devem ser realizadas até o próximo dia 04 de dezembro cerca de 4 mil audiências, todas de forma virtual, por conta da pandemia da Covid-19. 

Foram pautadas quase 1.800 audiências referentes a processos de execução fiscal envolvendo a Secretaria Estadual de Fazenda; mais de 170 envolvendo a Caixa Seguradora; e quase 100 audiências de processos que têm a Equatorial Piauí como parte, por exemplo.

 Ao todo, a Coordenação Estadual da Semana da Conciliação no Piauí montou 13 salas de videoconferências para a realização das audiências previstas.

“A adesão à SNC 2020 foi excelente, especialmente com a novidade da inscrição de processos, por partes e advogados, via formulário on-line. Nossa expectativa é de êxito. Notamos que a cultura da mediação e da conciliação está evoluindo muito. As partes estão aderindo e percebendo que solucionar um conflito no início é muito melhor que a demanda judicial”, declarou o desembargador Olímpio Galvão, coordenador da semana no Piauí. 

Durante  a Semana Nacional da Conciliação, também é possível realizar a conciliação pré-processual ou informal, que ocorre antes de o processo ser instaurado, e o próprio interessado busca a solução do conflito com o auxílio de conciliadores.

Entre os conflitos que podem ser resolvidos por meio da conciliação, estão pensão alimentícia, divórcio, inventário, partilha, guarda de menores, acidentes de trânsito, dívidas em bancos ou financeiras e problemas de condomínio, entre outras situações.

A Semana 

 A Semana Nacional da Conciliação é promovida anualmente, desde 2006, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com os tribunais brasileiros e integra o Movimento pela Conciliação. Este ano a campanha tem como tema “Conciliação: menos conflito, mais resultado”, e busca mostrar como o método de solução de conflitos pode gerar acordos que priorizam as condições das partes, reduzindo desgastes financeiros e emocionais.

 


Natanael Souza  (Com informações do Tribunal de Justiça) 
[email protected] 

 

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