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Estamos encontrando coisas não republicanas, diz Dr. Pessoa após 15 dias no cargo

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O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa (MDB), há 15 dias no cargo, afirmou nesta sexta-feira (15) que está encontrando "coisas não republicanas" desde que assumiu o Palácio da Cidade. Na semana passada, o vice dele e secretário de Finanças, Robert Rios, revelou que a prefeitura da capital está “tecnicamente falida”. Dr. Pessoa prometeu divulgar um relatório quando completar 100 dias no cargo.

“Estamos com 15 dias. Estamos encontrando coisas não republicanas. Vamos dizer para os meios de comunicação principalmente após os 100 dias de administração”, afirmou em entrevista à TV Cidade Verde.

O prefeito ressaltou que vai cortar despesas e trabalhar para evitar “roubos” em sua administração. “Vamos cortar o desperdício. Não vamos roubar e fazer de tudo para não deixar roubar”, declarou.

Dr. Pessoa comentou ainda a chegada dos nove pacientes de Manaus a Teresina nesta sexta para tratar a covid-19. Segundo ele, neste momento é preciso priorizar a vida.

“Foi uma harmonia total. Não precisamos usar nossos leitos aqui. Temos leitos com folga e espero que não precise ocupar com uma segunda onda. Temos que priorizar a vida. Temos profissionais altamente qualificados. Fui dar boas-vindas aos nossos irmãos de Manaus. Vamos devolver com saúde os pacientes", declarou.

Foto: Izabella Pimentel

E por falar em covid-19, Dr. Pessoa descartou em um primeiro momento adotar lockdown em Teresina por causa do aumento de casos. “Não está em planejamento lockdown. Tratamos desse assunto duas vezes por dia. Mas não terá nem parcial e nem total”, garantiu.

Visita do governador

Superada a crise com o PT no 2º turno da eleição na capital, Dr. Pessoa afirmou que pretende trabalhar de forma integrada com o governo. No início da semana, o gestor recebeu a visita do governador Wellington Dias no Palácio da Cidade.

“Foi uma gentileza do governador. Temos que trabalhar unidos e olhando para o povo. Vamos trabalhar integrado, desde que não haja esperteza de um lado ou outro”, declarou.

 

Hérlon Moraes
[email protected]

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