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Piauí aguarda resultado de sete casos suspeitos de reinfecções e investiga variante

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Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com

Nove amostras colhidas em pacientes suspeitos de terem sido contaminados com a nova variante do coronavírus no Piauí serão enviadas, nos próximo dias, ao Laboratório Central da Bahia (LACEN-Bahia) para sequenciamento genético. 

O envio será feito pelo Lacen do Piauí por meio de projeto do Ministério da Saúde que  investiga mutações e diferentes linhagens do SARS-CoV-2 em circulação no Brasil. Ainda não há previsão dos resultados ficarem prontos.

A nova variante do coronavírus tem preocupado médicos  pelo alto poder de transmissão.  A diretora do Lacen, Walterlene Carvalho, explica que são suspeitos de terem sido contaminados com nova variante pacientes que foram hospitalizados com sintomas graves ou leves ou que que evoluíram para óbito.

A diretora conta que a ideia inicial é enviar amostras semanalmente para sequenciamento na Bahia.  

Até agora no Piauí só foi confirmado o registro de um caso da nova variante. Trata-se de um paciente que veio de Manaus. Seis amostras de pacientes manauras foram enviadas aos Instituto Adolfo Lutz, em Paulo, mas apenas o resultado deste paciente ficou pronto. 

Um sequenciamento genético de amostra de uma paciente do Reino Unido que esteve no Piauí  também foi solicitada ao Instituto Aldofo Lutz e o Lacen do Piauí ainda aguarda o resultado.
O Ministério da Saúde explica que, por meio de informações como o número de acúmulo de mutações, identificação de cadeias de transmissões locais e monitoramento da taxa de transmissão, cientistas são capazes de monitorar e entender melhor as mutações que ocorrem naturalmente nos vírus.

Sete reinfecções investigadas

Sobre casos de reinfecção, o Lacen enviou sete amostras também para o Instituto Adolfo Lutz, mas os resultados ainda não ficaram prontos. O envio foi realizado em janeiro deste ano.

O Ministério da Saúde considera reinfecção a situação de uma pessoa que teve dois resultados PCR de coronavírus positivos com intervalo de 90 dias. 

 


Izabella Pimentel
[email protected] 

 

 

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