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Polícia investiga se “onda” de execuções no Piauí é ordem de facções criminosas

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A cúpula da Secretaria de Segurança Pública do Piauí fez mais uma reunião nesta segunda-feira (10) para discutir estratégias que barrem o aumento de execuções no Estado. 

Além de membros da Secretaria de Segurança, a reunião contou com a presença de representantes da Secretaria de Estado da Justiça, Ministério Público Estadual e a Polícia Civil de Timon (MA).

O secretário de Segurança, coronel Rubens Pereira, disse que ainda não é possível afirmar que os assassinatos foram praticados por membros de facções criminosas. Os casos ainda estão sendo investigados. No entanto, o gestor adianta que uma rede será criada para impedir o avanço dos homicídios, com foco em Teresina e em Parnaíba. 

“Queremos formar uma rede de enfrentamento necessária nesse momento para algumas ações urgentes tanto na capital como em Parnaíba. Queremos dar uma resposta em relação aos últimos acontecimento, ninguém pode aterrorizar. Queremos retomar à tranquilidade pública”, disse o secretário. 

O secretário disse, ainda, que com o apoio do governador Wellington Dias, vai propor ao Poder Judiciário a criação de uma vara específica para julgar estes tipos de execuções supostamente ordenadas por facções criminosas.

O promotor de Justiça José William Luz esteve na reunião e propôs o  aprimoramento e utilização da Inteligência da Segurança Pública. 

"O Ministério Público sugeriu à reunião um sistema de coordenação através do uso da inteligência. Temos que usar a inteligência virtual a nosso favor. Coordenar de forma mais célere e atualizar sistema de informação e os sistemas da própria polícia”, disse o promotor, que cobra ações urgentes antes que se chegue à uma situação caótica.

Com informações do Jornal do Piauí
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