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Após Jade Picon, Eliezer pede autorização especial para atuar em série

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Victor Chapetta / AgNews

Jade Picon, 21, está fazendo escola. A ex-BBB e influenciadora causou polêmica ao ser contratada para um papel na novela "Travessia" (Globo) sem ter registro profissional de atriz. Para isso, ela precisou de uma autorização especial do Sated-RJ (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro).

Agora, outro participante da 22ª edição do Big Brother Brasil (também da Globo) está pleiteando o mesmo tipo de permissão. Trata-se do designer fluminense Eliezer Netto, 32, que recebeu um convite para participar da segunda temporada da sitcom "A Sogra Que Te Pariu" (Netflix).

Estrelada por Rodrigo Sant'Anna, 41, a série foi criada pelo comediante, que também assina como produtor. O presidente do sindicato, Hugo Gross, conversou com ele para entender a necessidade de escalação de um "não-ator".

A entidade afirma que o pedido de autorização foi feito apenas após a divulgação de que o ex-BBB faria a participação, o que não é o procedimento correto. Porém, a tendência é que a permissão seja dada, uma vez que se trata de um papel pequeno.

O sindicato lembra, no entanto, que esse tipo de autorização é específico para um determinado trabalho e não serve como material para dar entrada no registro profissional. É o mesmo caso de Jade Picon, que não poderá usar o trabalho na novela das 21h da Globo para tentar se profissionalizar como atriz.

Para isso, no estado do Rio de Janeiro, tanto Jade quanto Eliezer precisariam comprovar trabalhos com falas nos últimos 3 anos consecutivos para receber um registro provisório. No caso do registro definitivo, a exigência subiria para 5 anos. A outra opção seria fazer um curso profissionalizante.

 

VITOR MORENO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

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