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Piauí vacinou 75% das crianças contra a poliomielite; doses ainda estão disponíveis

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Foto: Herlon Moraes

O Piauí alcançou a média de 75,83% de crianças até cinco anos imunizadas contra a poliomielite, informou a Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) nesta segunda-feira (7). O estado conseguiu ultrapassar a média nacional que é de 72,57%, mas o objetivo é que 95% desse público estejam vacinados.

A campanha nacional de vacinação contra a Poliomielite já foi encerrada, mas as doses do imunizante continuam disponíveis em todos os postos de saúde. Crianças de até cinco anos devem manter atualizado o cartão de vacina. 

“A poliomielite pode se espalhar rapidamente entre comunidades com cobertura vacinal inadequada, não é tratável, mas é totalmente evitável por vacinação. Por isso fazemos um alerta aos pais e responsáveis, que procurem os postos de saúde e imunizem seus filhos até cinco anos”, destacou o superintendente de Atenção à Saúde e Municípios da Sesapi, Herlon Guimarães. 

Mesmo com o fim da campanha, os postos de saúde continuam imunizando contra a poliomielite. Podem se vacinar as crianças de 1 a 4 anos, 11 meses e 29 dias de maneira indiscriminada, buscando aumentar a cobertura vacinal contra a doença. “Pedimos a colaboração de todos os gestores municipais e também o engajamento de pais e responsáveis, para que nossas crianças sejam vacinadas e afaste de vez o risco do retorno dessa doença, que está há mais de 30 anos erradicada no país”, disse o superintendente. 

Paralisia infantil

A poliomielite, também chamada de "paralisia infantil", é uma doença infectocontagiosa transmitida por um vírus. Ela é caracterizada por um quadro de paralisia flácida.O início é repentino e a evolução do déficit motor ocorre, em média, em até três dias. A doença acomete, em geral, os membros inferiores, de forma assimétrica, e tem como principal característica a flacidez muscular.

A doença é causada pelo poliovírus, que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes e provocar ou não paralisia.

 

Da Redação
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