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Policiais rejeitam reajuste de 90% e mantém movimento Polícia Legal

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Atualizada às 12h24
Os policiais civis do Piauí, em assembleia, rejeitaram por volta do meio-dia desta terça-feira (21) o reajuste de 90%  proposto pelo Governo do Estado parcelado em quatro anos. A categoria apresentou uma contraproposta para que até 2015, o salário do servidor em fim de carreira seja equivalente a 60% do valor do salário de um delegado. 

O presidente do Sinpolpi, Cristiano Ribeiro, afirmou que os policiais vão manter o movimento Polícia Legal. "A Justiça deliberou por ilegalidade da greve, mas nós não estamos em greve. A sociedade tem compreendido. Policiais estão nos plantões atendendo a lei. O movimento é em prol da sociedade para servir bem a sociedade", pontuou. 

Publicada às 9h13
Os policiais civis do Piauí votam nesta terça-feira (21) a mais nova proposta do Governo do Estado para o reajuste salarial da categoria. Os servidores estão realizando a operação Polícia Legal desde o dia 9 de abril, no qual executam apenas a função que lhes está determinada em lei. 

Evelin Santos/CidadeVerde.com


A assembleia acontece às 10h na sede do sindicato. 

De acordo com o presidente do Sinpolpi, Cristiano Ribeiro, o Governo do Estado ofereceu a proposta de reajuste de 90% dividido em oito parcelas ao longo de quatro anos. “A última proposta foi de 85% em quatro anos. Temos um posicionamento de que o espaço temporal deveria ser de três anos”, pontuou.


Outro problema apontado por Ribeiro é que a categoria quer atrelar seu salário ao vencimento dos delegados de polícia. “O que reivindicamos é um aumento equivalente a 45% em relação ao delegado para o servidor no final de carreira a 30 anos. Este percentual fica aquém do que queremos. Atualmente, esse valor corresponde a 25% e com esse reajuste passa para 34%. Ainda é uma distorção muito grande”, avaliou Cristiano. 



Carlos Lustosa Filho (Com informações de Joelson Giordani)
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