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Caso Aretha: delegada faz sigilo sobre suspeito e investiga todas as hipóteses

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Delegada Luana Alves está à frente das investigações. (Foto: Wilson Filho/Cidadeverde.com)

O caso da morte da cabeleira Aretha Dantas Claro segue com investigações do Núcleo de Feminicídio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e a delegada Luana Alves declarou na manhã desta quarta-feira (16) que nenhuma possibilidade está descartada, mesmo com familiares suspeitando que o caso seja de crime passional

A delegada Luana Alves garantiu que o caso não está fechado. "A delegacia de feminicídio é uma delegacia que cuida de morte mulheres independente da razão. Ainda não fechamos nenhuma possibilidade, estamos trabalhando com todas porque está muito recente ainda para fechar com uma única vertente", disse.

Questionada sobre as declarações de familiares que relatam que Aretha sofria ameaças de um ex-namorado, a delegada preferiu guardar sigilo. "Ele foi apontado por quem?", questionou. "A família presta as informações que a gente solicita. A questão de quem é o suspeito está dentro da investigação e está em caráter sigiloso", acrescentou a delegada.

Na manhã desta quarta-feira (16) o velório, seguido de sepultamento aconteceu com muita comoção de familiares e amigos de Aretha, quanto a polícia garante que segue com as investigações para elucidar o crime o quanto antes. "As diligências da investigação são sigilosas e não podemos ficar divulgando. O que eu posso garantir é que tanto o núcleo de feminicídio, quanto a equipe do DHPP estão trabalhando para resolver esse caso o quanto antes", finalizou Luana Alves.

O corpo da cabelereira Aretha Dantas foi encontrado na manhã da última terça-feira (15) na Avenida Maranhão com perfurações e sinais de atropelamento. A vítima foi achada sem documentos que pudessem identificá-la e posteriormente a família, que sentiu falta da mesma, fez a identificação através das tatuagens no corpo. Aretha saiu de casa na noite de segunda-feira (14) sozinha para fazer um lanche em uma lanchonete próximo da sua residência no Bairro Saci e não voltou mais. Ela morava com a avó e foi velada na casa do pai, Aldir Claro, no Bairro Bela Vista, tasmbém na zona Sul. 

 

Erica Paz Pareira, Especial para o CidadeVerde.com
redacao@cidadeverde.com

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