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Leitos de enfermaria Covid são convertidos em UTIs no HU

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Os leitos de enfermaria Covid do Hospital Universitário (HU) foram convertidos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Assim, passaram de cinco para dez. Apesar do aumento, o número é ainda é menor do que  o registrado meses atrás quando a unidade de saúde era habilitada pelo  Ministério da Saúde para  tratamento de pacientes com a doença. De toda forma, o gerente de Atenção à Saúde do HU, Jônatas Melo Neto, não descarta a reabertura de mais leitos diante de uma possível segunda onda da Covid-19. 

"Em abril, o HU iniciou a sua participação no combate a pandemia do novo coronavírus. Recebemos o primeiro paciente com diagnóstico de pneumonia viral por essa patologia no dia 02 de abril. Desde então, o hospital vem trabalhando em rede juntamente com a FMS e Sesapi programando o incremento de leitos para que a população de mais grave acometimento por essa doença seja atendida de forma adequada, explica Melo.

Foto: ascom HU

"Em outubro, observamos uma redução da pandemia e começamos a reabrir o hospital para outras patologias, para o tratamento da alta complexidade no estado do Piauí em que o HU está inserido no grupo de hospitais que prestam esse serviço. Com o fim da habilitação, nós continuamos a ala Covid com cinco leitos de UTI e cinco leitos de enfermaria. Mas quando da renovação observada no mês passado, nós reestruturamos os leitos de enfermaria para dez leitos de UTI, ou seja, saímos de cinco leitos de UTIs Covid para dez leitos UTIs Covid", completa o o gerente de Atenção à Saúde do HU. 

Ele reforça que, com o fim da habilitação, o HU ampliou o atendimento de alta complexidade. 

"Neste momento, por mais que o HU esteja com a ocupação máxima, existem outros hospitais que ainda estão com vagas. Nós temos uma comunicação muito boa com o setor de regulação. A gente recebe os pacientes que precisam da alta complexidade e que têm coronavírus. Aquele paciente que tem coronavírus, uma pnemonia grave, ele tem hospitais que possam dar esse suporte. Agora são poucos os hospitais que tratam fraturas complexas, cirurgias cardíacas, cirurgia abdminal. Diante deste cenário se reservou o hospital universitário para casos mais graves", destaca Jônatas Melo. 

Graciane Sousa
[email protected]

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