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FMS dá até o dia 18 para servidores afastados se apresentarem ao trabalho

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O presidente da Fundação Municipal Saúde (FMS), o médico Gilberto Albuquerque, assinou portaria que determina o retorno presencial de servidores com mais de 60 anos e do grupo de risco que estavam afastados por causa da pandemia da Covid-19. Ele explica que os profissionais que tiverem alguma comorbidade serão submetidos a uma perícia. 

Leia o decreto

"Serão avaliados pela perícia podendo ser afastados, aposentados, definitivamente removido para um local de menor risco ou seguir a vida normal. É que não podemos permanecer ad eternum (eternamente) com a antiga portaria. Inúmeros servidores não são mais do grupo de risco porque já pegaram coronavírus, ficaram bons. Então, a perícia vai reavaliar todos os casos em que houver dúvidas. Mas eles deverão voltar de forma segura", explica o presidente da FMS. 

A portaria de Nº 03/2021 estabelece diretrizes e medidas para a retomada das atividades presenciais de profissionais afastados e prevenção de contágio e propagação do novo coronavírus no órgão.

O documento revoga as portarias FMS nº 71/2020 e nº 86/2020, que dispunha sobre as condições especiais de trabalho dos servidores em decorrência da pandemia, e estabelece medidas para a retomada das atividades presenciais dos profissionais afastados e/ou em trabalho remoto (home office) a partir do dia 11 a 18 de janeiro. A exceção será para as gestantes e lactantes de crianças de até um ano de idade, de acordo com as condições determinadas na portaria.

Readequação de leitos Covid-19

Com o aumento de casos de Covid-19, Gilberto Albuquerque informou que a rede hospitalar está sendo readequada para o atendimento de pacientes infectados. 

"O hospital de campanha Pedro Balzi foi muito bem vindo no início da pandemia quando não deu tempo de organizar uma rede hospitalar de forma adequada. Agora estamos com o Hospital Mariano Castelo Branco em fase final de adequação para que possamos remover os pacientes do Pedro Balzi para o hospital com uma estrutura adequada. As tendas do HUT também foram montadas no período em que não havia tempo para montar uma estrutura hospitalar. Essa parte, estamos em contato de acerto final com o Hospital Universitário. O número de leitos da tenda do HUT devem ser deslocados para o setor do HU que tem uma estrutura hospitalar, rede de apoio técnico, rede de exames. Então, deixaremos de ter uma região improvisada para os pacientes serem atendidos em um local realmente técnico, adequado do ponto de vista sanitário e funcional", explica o presidente da FMS. 

 

Graciane Sousa
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