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Covid-19: Piauí registra quase dois mil novos casos confirmados

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Foto: Roberta Aline

O estado do Piauí registrou o total de 1.711 novos casos confirmados e 15 mortes nas últimas 24 horas devido a Covid-19. Com os novos números de hoje o estado mantém um baixa razoável no número de óbitos, mas segue com alta na quantidade de novos casos por semana. Os dados foram divulgados na noite desta quarta-feira (5) pela Sesapi. Outras dez mortes foram confirmadas nesta quarta, mas eram óbitos acumulados de períodos anteriores e que estavam em investigação epidemiológica. 

Quatro mulheres e onze homens foram vítimas da Covid-19. Elas eram de Corrente (74 anos), Piracuruca (71 anos), Simões (52 anos) e Teresina (56 anos). Os do sexo masculino eram de Bonfim do Piauí (67 anos), Demerval Lobão (82 anos), Parnaíba (55, 59 e 75 anos), Piripiri (55 anos), Rio Grande do Piauí (36 anos) e Teresina (56, 61, 77 e 81 anos). Cinco vítimas não possuíam comorbidades.

Dos óbitos acumulados as mulheres eram de Canavieira (87 anos), Capitão de Campos (39 anos), Colônia do Gurguéia (82 anos) e Piripiri (65 e 69 anos). Os homens eram de Campo Maior (72 anos), Esperantina (72 anos), Inhuma (50 anos) e Parnaíba (72 e 86 anos).

Dos 1.711 casos confirmados da doença, 944 são mulheres e 767 são homens, com idades que variam de um a 99 anos.
  
Os casos confirmados no estado somam 246.871 distribuídos em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam a 5.260 e foram registrados em 221 municípios.

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, há  1.096 ocupados, sendo 669 leitos clínicos, 405 UTIs e 22 em leitos de estabilização. As altas acumuladas somam 15.147 até o dia cinco de maio de 2021.

A Sesapi estima que 240.515 pessoas já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registradas nos últimos 14 dias) que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte.

ÓBITOS ACUMULADOS

A Sesapi passa a divulgar os óbitos ocorridos em diversas datas, antes do fechamento do diagnóstico clínico do paciente e que estavam sob investigação epidemiológica. A investigação dessas mortes é para evitar distorções ou equívocos sobre a patologia que provocou o óbito. Apesar de terem ocorrido em em datas anteriores, a confirmação e o registro das mortes entram no sistema apenas no dia que é fechado o diagnóstico.

 

 

 

 

 

 

 

 


Pâmella Maranhão com informações da Sesapi
[email protected]

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