Cidadeverde.com

Piauí tem 10 cidades em alerta para surto de dengue, zika e chikungunya

Foto: PAHO/WHO

 

 

Pesquisa do Ministério da Saúde revela que o Piauí tem 10 municípios em estado de alerta contra casos de dengue, zika e chikungunya. Os dados são do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), divulgado nesta quinta-feira (24). 

De acordo com o estudo, os municípios piauienses em estado de alerta contra as doenças causadas pelo mosquito são: Milton Brandão, Pedro II, Monsenhor Hipólito, Alvorada do Gurgueia, Regeneração, Lagoa do São Francisco, Bonfim do Piauí, Buriti dos Montes, Pio IX e Cocal.  

O levantamento mostra, também, que outros 53 municípios piauienses, incluindo Teresina, estão em situação satisfatória contra as incidências dengue, zika e chikungunya.[Veja lista completa]

O Levantamento do Ministério do Saúde explica que o estudo é considerado ferramenta fundamental para o controle do mosquito Aedes aegypti. Com base nas informações coletadas na pesquisa, o gestor pode identificar o tipo de depósito predominante e priorizar medidas para conter a proliferação do vetor no município.

Ao todo  2.284 municípios de todas as regiões dos país participaram da pesquisa. O estudo foi realizado entre outubro e novembro de 2016. 

Izabella Pimentel (especial para o cidadeverde.com)
redacao@cidadevede.com 

Combate à zika e ao Aedes aegypti terá R$ 23 milhões do BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinará R$ 23 milhões ao plano de enfrentamento da epidemia de zika elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os recursos serão usados no desenvolvimento de kits de diagnóstico e em ações de combate ao transmissor do vírus, o mosquito Aedes aegypti.

As verbas são parte da linha de financiamento Funtec, de projetos de pesquisa. Os recursos são não reembolsáveis, ou seja, não precisam ser devolvidos pela Fiocruz ao banco.

O projeto da Fiocruz prevê o desenvolvimento de três testes de diagnóstico diferentes dos já existentes no mercado. Já as verbas destinadas ao combate ao vetor deverão ser aplicadas no uso da bactéria Wolbachia no Aedes aegypti para interromper o ciclo de transmissão da dengue, zika e chikungunya. Também há uma pesquisa que busca utilizar o próprio mosquito como veiculador de larvicida.

Fonte: Agência Brasil

Brasil mantém emergência nacional em saúde pública por causa da zika

Um ano após declarar emergência nacional em saúde pública em razão do aumento de casos de microcefalia associados ao vírus Zika, o governo brasileiro decidiu manter a situação. A declaração foi dada hoje (18) pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante coletiva de imprensa.

“O Brasil vai manter a situação de emergência, porque as consequências da microcefalia são muito graves. O Brasil está acumulando conhecimento muito amplo sobre o vírus Zika, por meio de inúmeras pesquisas que estamos financiando. E nós entendemos que, como somos o país com maior incidência, devemos manter ampla vigilância para dar segurança à população.”

Barros pediu ainda que a população ajude no combate ao Aedes aegypti, sobretudo diante da iminência do verão brasileiro. A meta, segundo ele, é destruir focos do vetor. “É preciso que cada cidadão assuma sua responsabilidade e ajude a combater os focos do mosquito. É assim que podemos ter um melhor resultado para a toda a sociedade brasileira”.

Fonte: Agência Brasil

ONU lança campanha informativa de combate a doenças associadas ao Zika

A Organização das Nações Unidas (ONU) lança hoje (16) a campanha Mais Direitos, Menos Zika, que visa a promoção do acesso à informação sobre os meios de prevenção da doença e sobre os direitos da população. O enfoque da mobilização é nos direitos humanos como centro do combate aos efeitos do vírus.

A campanha vai distribuir materiais com informações sobre as formas de prevenir a infecção pelo Zika, mostrando os insumos e tratamentos aos quais a população tem direito e ainda quais os meios de reclamação, caso esses direitos sejam negados.

O movimento é uma iniciativa do Fundo de População da ONU (UNFPA), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), ONU Mulheres, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), além de entidades parceiras da sociedade civil.

A campanha tem apoio dos governos do Reino Unido, do Japão e do Canadá.

Histórico

Transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o vírus Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas só teve os primeiros registros feitos pelo Ministério da Saúde em maio de 2015. Até o segundo semestre do ano passado, o que se sabia sobre a doença era que sua evolução é benigna e que os sintomas são mais leves do que os da dengue e da febre chikungunya, transmitidas pelo mesmo mosquito.

No entanto, no fim de novembro do ano passado, o Ministério da Saúde confirmou que a infecção de gestantes pelo vírus pode levar à gestação de crianças com microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro que pode vir associada a danos mentais, visuais e auditivos.

Desde então, outras complicações ligadas ao vírus Zika em recém-nascidos foram notificadas, como surdez, problemas na visão e no coração. Como os pesquisadores viram que a microcefalia, ou seja, o perímetro encefálico menor que o considerado normal, não era a única consequência da infecção pelo vírus na gravidez, o quadro passou a ser chamado de Síndrome Congênita do Zika. Ao todo, 2.016 crianças tiveram a confirmação da síndrome.

Fonte: Agência Brasil

Piauí reduz casos de dengue em 31%, e Sesapi se reunirá com prefeitos eleitos

O Estado do Piauí reduziu em 31% os casos de dengue de 2015 para 2016, segundo boletim epidemiológico divulgado hoje (9) pela Secretaria de Estado da Saúde. Em 2016 foram 5.111 casos de dengue até agora e, no mesmo período de 2015, foram notificados 7.472 casos. Os dados são referentes a 154 municípios.

De acordo com Herlon Guimarães, diretor de vigilância em epidemiologia, apesar da redução, o momento não é de comemoração e sim de continuar os cuidados. 

"A gente poderia estar comemorando, mas seria bom mesmo não ter nenhum caso. Continuamos em vigilência e pedimos à população que continue combatendo os criadouros do mosquito [Aedes aegypti]", declarou.

Ele destacou ainda que a Sesapi se reunirá com os prefeitos eleitos que assumirão em 2017, para que as políticas públicas de prevenção sejam mantidas. 

"Vamos trazer os novos gestoress para discutir a questão, porque o saneamento básico é de suma importência no combate", explicou.

Zika e Chikungunya

Apesar de mantém a redução dos casos, foi notificado um óbito por dengue, no município de Teresina. Em relação à febre Chikungunya, foram 2.184 casos notificados, em 71 municípios, sendo 1.308 confirmados. Também foi registrado um óbito por Chikungunya. Já os casos de zika, foram 228 casos, em 30 municípios.

Os dados de microcefalia totalizaram 191, sendo que 83 foram descartados e dois estavam relacionados ao zika vírus. Foram notificados 14 óbitos relacionados à microcefalia, sendo que oito foram confirmados e seis descartados.

 

Maria Romero com informações de Marcelo Fontenele
redacao@cidadeverde.com

Mayaro: mais um vírus transmitido pelo Aedes aegypti que pode se espalhar

Os microrganismos também lutam pela sobrevivência de suas respectivas espécies. Procuram se adaptar das maneiras mais incríveis possíveis para não desaparecer. É o que está acontecendo atualmente com um vírus chamado Mayaro. Não é um vírus novo. Foi identificado pela primeira vez em 1954 e existe em regiões silvestres aos redores da  região Amazônica.

Nas últimas semanas, pesquisadores da Flórida o identificaram no Haiti, em um menino de 8 anos, com febre e dores abdominais. Concluiu-se, portanto, que este vírus pode estar se espalhando pelo continente.
 
O grande problema é que este vírus  possivelmente tenha se adaptado. Antes era transmitido apenas por mosquitos vetores silvestres e agora aparentemente pode ser transmitido por mosquitos vetores urbanos que já estão espalhados pelo mundo: Aedes aegypti principalmente, e o Aedes albopictus. Se isso se confirmar, há muitas razões para nos preocuparmos, uma vez que o Aedes está fortemente presente em todo o território nacional. Este vírus provoca  uma doença semelhante à chikungunya. Chama-se Febre do Mayaro. 
 
Quais os sintomas da Febre do Mayaro?

Os sintomas  são muito parecidos com os da dengue e/ou chiKungunya. Começa com uma febre inespecífica e cansaço, sem outros sinais aparentes. Logo após podem surgir manchas vermelhas pelo corpo, acompanhadas de dor de cabeça e dores  nas articulações. Os olhos podem também ficar doendo e em alguns casos reporta-se intolerância à luz. São sintomas muito parecidos e por isso a febre do Mayaro pode ser facilmente confundida com dengue ou com chikungunya. No entanto, no Mayaro as dores e o inchaço das articulações podem ser mais limitantes e durar meses para passar. 
 
Como saber se é dengue, zika, Mayaro ou chikungunya?
Pelo quadro clínico pode ser difícil diferenciar. Só os exames laboratoriais específicos é que podem apontar o diagnóstico correto. No menino de 8 anos do Haiti suspeitou-se inicialmente de dengue ou chikungunya. Mas os testes vieram negativos e o de Mayaro confirmou ser positivo.
 
Há vacina ou tratamento específico para a febre do Mayaro?
Não. Até o momento não há nem vacina nem tratamento específico. O tratamento é dirigido ao alívio dos sintomas. A evolução em geral é bastante favorável.
 
Já foram confirmados casos de febre do Mayaro no Brasil?
Sim. Entre dezembro de 2014 e junho de 2015 foram confirmados 197 casos  de febre do Mayaro nas regiões Norte e Centro-Oeste, com destaque para os estados de Goiás, Pará e Tocantins. Todas estas pessoas moravam ou estiveram em área rural, silvestre ou de mata por atividades de trabalho ou lazer. O Estado de Goiás registrou 66 casos até fevereiro de 2016 e o Datasus não possui mais dados atualizados deste ano. Importante salientar que no Brasil a transmissão desta doença limitou-se a regiões de mata. Não há relatos, até o momento, de transmissão urbana.
 
Qual é a melhor forma de se proteger da febre do Mayaro?
Claro que as medidas que todos conhecemos para evitar a proliferação dos mosquitos são fundamentais e importantíssimas. Mas em um país continental e tropical, com chuvas e calor, essa tarefa é praticamente impossível. Por isso evitar as picadas são uma forma eficiente para garantir proteção. Isso pode ser feito com telas nas janelas, mosquiteiros nas camas,  principalmente nos berços do bebês pequenos e repelentes de mosquitos transmissores. Vale reforçar  que os repelentes indicados pela Organização Mundial de Saúde são a Icaridina, o DEET e o IR 3535.
 
Para lembrar: o Aedes vive só 45 dias, voa no máximo em um raio de 300 metros de onde nasceu e, para transmitir uma doença,  tem que picar primeiro uma pessoa contaminada para depois picar uma susceptível. Parece impossível “pegar” uma destas doenças, em se tratando de um mosquito de 0,5cm de comprimento e aparentemente “frágil”. Mas a realidade está aí para provar o contrário.  Podemos mata-lo com a palma de nossas mãos. Mas ele certamente também nos pode matar com uma picada imperceptível. Por isso, protejam-se!

Crédito da foto: Reuters/Jaime Saldarriaga
Fonte: Bem Estar 

Campanha nacional de mobilização contra o Aedes começa neste mês

O governo federal retoma no dia 20 deste mês as mobilizações para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus da dengue, chikungunya e zika. O objetivo é conscientizar a população para a importância da eliminação do inseto transmissor das doenças, um ano após a epidemia que surpreendeu o Brasil ao relacionar o vírus Zika em grávidas a bebês nascidos com microcefalia.

Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

 

Com a esperança de que o auge das transmissões de zika tenha ocorrido em 2015, o governo estima que neste ano o número de casos seja menor. A confirmação da expectativa, segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, vai depender da participação da sociedade na eliminação dos focos do mosquito e em um trabalho articulado entre o governo federal, os estados e municípios.

No próximo dia 20, tem início uma campanha de divulgação em rádio e TV para sensibilizar os brasileiros a participarem do combate ao inseto.

As escolas de todo o país serão envolvidas nas atividades e, no próximo dia 25, será realizado o Dia Nacional de Combate ao Mosquito. Depois dessa data, a intenção é que todas as sextas-feiras se tornem dias de mobilização.

O ministro da Saúde informou que o Ministério da Educação vai orientar as instituições de ensino para que reservem os últimos 10 minutos das aulas de sexta a conscientizarem as crianças sobre a eliminação do mosquito. Durante as férias escolares, a meta é que os imóveis sejam vasculhados uma vez a cada semana em busca das larvas do Aedes.

“Já são R$ 80 milhões em larvicidas e equipamentos de pulverização para todo o território nacional. A gente tem que lembrar que o mosquito é pequeno, mas as consequências podem ser muito grandes”, alertou Ricardo Barros.

De acordo com o ministro, 160 mil pessoas já estão treinadas para o combate ao inseto e a intenção é que 500 mil pessoas atuem no combate aos focos do Aedes. Barros se reuniu com outros ministros  nesta quinta-feira (3) para discutir o assunto. Um novo encontro será realizado na semana que vem para promover uma força tarefa contra o mosquito.

A mobilização nacional contará com o apoio das Forças Armadas. 

Fonte: Agência Brasil

No dia de prevenção à microcefalia, Sesapi comemora redução de casos

  • 0c65f04e-3e14-493a-8b01-7589485c866b.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 1dd0080f-3016-46bd-b90c-1d29eab79b85.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 4c7bfc95-116e-41e3-9ae9-f93af6f4872b.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 7fc00158-fac5-4468-a11c-dacca3539170.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 08ff099a-1a6f-47bd-93dd-763f01a76e90.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 67ca3ed2-8602-49fe-a24a-d4fb3bd785e9.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 85bb7310-e220-495b-967b-9e356b74904d.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 94b68bf1-a031-4e5f-8940-09e79dcebb20.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 365c5df6-de31-409d-ae36-598c21644056.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 586c3403-0fd0-4cf0-9697-769037336b94.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 881ee136-d004-4d62-92ae-54b24d8cd64e.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 6245d5f3-edaf-4e3b-a531-6163a82dd757.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 43390eef-ef35-4ce4-a39f-ea0714003de7.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 49166f2a-7368-4fb7-b778-dec0fb2d7852.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 95786a33-ec03-4d00-bbac-1042ffdfe129.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 169219bb-9857-45b8-bdab-abcea32c7f80.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 31246903-0d19-45fe-9099-2ec96fd5b51c.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • 80358727-023e-4cc9-abc8-b51c64376232.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • a8fd6efe-1519-4640-88c0-6fde221e2e88.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • b6bbd160-b15a-44a9-ab01-b05940b585e1.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • dc61f3a8-768b-40da-aaef-1dc535dfbd68.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • e5f6da02-2612-46f3-855c-4a3ca902cd1e.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com
  • ec9b62a6-daa4-41bb-ac13-7f66744775bf.jpg Wilson Filho/Cidadeverde.com

O secretário estadual da Saúde, Francisco Costa, informou que o Piauí está fora da situação emergencial dos números de caso de microcefalia. O gestor comemora o dado no Dia Estadual de Prevenção e Combate à Microcefalia, já que os casos diminuíram ao longo deste ano. 

De 2007 a setembro de 2015, o Piauí havia registrado apenas 14 casos da doença, mas de outubro de 2015 ao mesmo mês deste ano, o Piauí notificou 190 casos de microcefalia e a maior quantidade no primeiro semestre de 2016. Desse total, 182 casos foram investigados e classificados sendo 99 foram confirmados para Microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso sugestivo de infecção congênita, 83 descartados e oito permanecem em investigação.

“Nós não estamos mais em situação emergencial, como estivemos no começo do ano. Nós temos notificados 190 casos e estamos cada vez mais combatendo essa doença através das ações de mobilização de combate ao mosquito. Nós tivemos melhorias nos indicadores com redução, por exemplo, de 31% nos casos de dengue quando comparados a 2015”, declarou.

Na manhã desta terça(18), o secretário participou de solenidade pelo dia estadual de Prevenção e Combate à Microcefalia, na Secretaria da Saúde do Piauí, com a participação da vice-governadora Margarete Coelho e da propositora do dia, a deputada estadual Flora Izabel (PT). 

A vice-governadora ressaltou que a sociedade precisa unir forças junto ao poder público para combater o mosquito. "O evento de hoje é importantíssimo, pois nós estamos cuidando de uma próxima geração e não podemos ter uma geração comprometida por causa de um simples mosquito, e que nós podemos combater. Eu parabenizo tanto o secretário de saúde, por seus esforços, e a deputada pela criação da data, pois esse dia de luta marcado no nosso calendário reforça esse combate", comentou Margarete.

Também estiveram presentes na solenidade os pais da pequena Ester Vitoria, de 11 meses, que foi diagnostica com microcefalia. A mãe de Ester, a dona de casa Mara Alves, disse ao Cidadeverde.com que teve Zika durante a gravidez. "É importante está atenção porque nossos filhos precisam de acompanhamento específico, eu sei disso, e por isso estou aqui. Eu e muitas famílias precisamos de mais assistência por causa dessa doença", disse.

Durante a solenidade, foram entregues quatro veículos equipados com bombas fumacê e 28 bombas costais motorizadas. Com estes equipamentos, devem ser intensificada as ações de combate e prevenção ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya e sensibiliza gestores municipais e técnicos sobre o combate ao mosquito.

Os quatro veículos com fumacê foram adquiridos com recursos do Estado, no valor total de R$ 299.970,00 e serão entregues às regionais. As bombas fumacês costais foram disponibilizadas pelo Ministério da Saúde e serão entregues às regionais e à Vigilância Estadual, respectivamente.


Flash de Carliene Carpaso
Redação Caroline Oliveira
redacao@cidadeverde.com

Saúde entrega carros e equipamentos para combate ao Aedes aegypti

A Secretaria de Estado da Saúde entrega hoje(18), veículos e equipamentos de combate ao Aedes aegypti e divulgação de Boletim Epidemiológico da doença no Estado. Essa será também uma solenidade alusiva ao Dia Estadual de Combate e Prevenção à Microcefalia, 18 de outubro, no pátio do Centro Administrativo.

Serão entregues quatro veículos equipados com bombas fumacê e 28 bombas costais motorizadas. Com estes equipamentos, o Governo do Estado intensifica as ações de combate e prevenção ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya e sensibiliza gestores municipais e técnicos sobre o combate ao mosquito.

Os quatro veículos com fumacê foram adquiridos com recursos do Estado, no valor total de R$299.970,00 e serão entregues às regionais. As bombas fumacês costais foram disponibilizados pelo Ministério da Saúde e serão entregues às regionais e à Vigilância Estadual, respectivamente.

A aquisição dos veículos e os demais equipamentos é resultado do plano de ação para 2016 de combate ao mosquito Aedes, que inclui ainda a orientação aos municípios que intensifiquem o monitoramento e fiscalização dos imóveis, atualizando os dados no PNEM – Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia.

O Dia de Combate e Prevenção à Microcefalia foi criado a partir da Lei nº 148, da deputada Flora Izabel, passou a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Estado e tem o objetivo de conscientizar a população através de informações, palestras para o esclarecimento da sociedade e mostrar a necessidade da prevenção nesses casos.

 

redacao@cidadeverde.com

Aplicativo traz jogo interativo sobre como combater o Aedes aegypti

O combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do vírus zika, tem mais um aliado, com o aplicativo Pega Mosquito, desenvolvido pela Empresa de Processamento de Dados Amazonas (Prodam). O aplicativo é uma espécie que jogo no qual o usuário precisa cumprir tarefas que previnem a proliferação do mosquito.

Segundo o chefe da Divisão de Inovação do Prodam, Raphael Marinho, o jogo foi criado a partir da campanha  nacional ‘10 Minutos contra a Dengue’ da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que orienta a população, por meio de uma cartilha, a reservar um tempo, pelo menos uma vez por semana, para eliminar os focos de criadouros do inseto.

“A ideia foi pegar essa cartilha e transformá-la em um minijogo, em que você tem um minuto para cumprir as missões, como verificar o pneu em casa, os vasos e assim por diante. Você vai fazendo essas coisas e vai ganhando uma pontuação. A gente colocou um recurso de 'gameficação' para aumentar o engajamento. A gente quis também promover um ranking onde as pessoas que estão participando sejam colocadas nesse ranking e sejam exibidas para todo mundo”, explicou Marinho.

De acordo com Raphael Marinho, a ideia é envolver crianças e adolescentes no combate ao mosquito. Mas a ferramenta também pode auxiliar profissionais da saúde.

“O foco principal é usar tanto na parte do ensino, nas escolas, ou seja, usar a web com as crianças e promover joguinhos e ensiná-los a combater com todas essas medidas de prevenção, como também focar nos agentes de saúde, se eles quiserem utilizar a web como uma maneira de checar se já foi feito tudo”.

O aplicativo Pega Mosquito por ser baixado em celulares com sistema android, na Google Play Store.


Fonte: Agência Brasil 

Posts anteriores