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Familiares de jovem morta em incêndio criminoso protestam por Justiça

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Familiares e amigos da operadora de telemarketing, Carla Pereira de Abreu, protestaram em busca de Justiça pelo assassinato da jovem. Ela e o esposo morreram em um incêndio criminoso há cerca de um mês. O suspeito teria transtornos mentais e familiares pedem para que o crime seja esclarecido. 

O protesto ocorreu neste sábado (28), no bairro Piçarra, zona sul de Teresina, mesma região onde ocorreu o crime. Vestidos com camisas estampadas com os rostos de Carla e o companheiro dela, Luís Pereira Gonzaga, familiares e amigos carrregavam faixas com as frases: "Queremos Justiça por esse crime hediondo", "Justiça por esse feminicídio" e "Que seja feito Justiça por mais esse crime bárbaro". 

O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).  Há cerca de duas semanas, o delegado Francisco Costa, o Baretta, confirmou que pediria um exame de sanidade mental no suspeito identificado como José Fernando Pereira Gonzada, 47 anos, que estaria internado em um hospital psiquiátrico. 

A família da operadora de telemarketing contesta que ele tenha transtornos mentais. 

"Espero que seja feita Justiça e que a junta médica comprove realmente se ele era louco ou não. Para mim, uma pessoa que tem habilitação para dirigir e que trabalha em loja não é louco. Ele é um maníaco e não pode ficar solto. Ele matou o próprio irmão e minha filha que não tinha nada a ver com essa briga de família", disse Rita de Cássia, mãe de Carla Abreu. 

Carla Abreu morreu após dias internada no hospital


Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

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