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Integrante do Conselho, Scheyvan Lima critica os ataques aos editais da Secult

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Fotos: Yala Sena

 

O conselheiro Scheyvan Lima, que vai comandar a Fundação Monsenhor Chaves, garantiu nesta terça-feira (29) que as pessoas que criticam os editais da Secult (Secretaria Estadual de Cultura) não leram as regras do processo.  

“Eu vivi isso aqui do início ao fim e quem está discutindo nas redes sociais não leu o edital. Eu lhe garanto que qualquer pessoa que fizer uma leitura simples do edital vai se encontrar. Estão confundindo auxílio emergencial com o fomento”, disse Sheyvan Lima que já foi presidente da Secult quando era Fundação Cultural.

Scheyvan é um dos 10 membros do Conselho que analisa os projetos dos trabalhadores da cultura. Ele disse que trabalhou até 4 h da madrugada para selecionar os projetos e garante que não há irregularidades. 

Sobre os ataques na rede social, Scheyvan alega que são algumas pessoas de “extrema direita” e que incomoda com o trabalho da atual gestão. 

“Um governo federal, de direita extrema, que assina um recurso empurrado pelo Congresso, engoliu a força, e chega aqui no Piauí, um governo petista com um secretário do PT.  Piauí é o estado que mais utilizou recursos e o que menos vai devolver. Se devolver é uma micharia do Afrânio, isso incomoda a direita, sinceramente falando. Pega quem está falando na internet, fiz uma listinha, observe um artista ou outro que está denunciando está lá no site de extrema direita, dizendo para o povo não tomar a vacina. É isso, pergunte ao pequeno artista se não está contemplado no edital?”.

Para Scheyvan o processo é transparente e acompanhado pela internet. Segundo ele, uma banda que foi contemplada no edital Maria da Inglaterra pode ser beneficiada também pela contratação da empresa de fomento no edital do Afrânio Castelo Branco. 

Segundo Scheyvan, a circulação dos recursos dos editais irá amenizar os impactos da pandemia em 2021 no meio cultural.

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Flash Yala Sena
[email protected]

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