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Advogada de vigia do TRT nega que cliente esteja sendo protegido

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A advogada Andréia Fechinne, que defende o vigia da obra do TRT/PI Domingos Pereira da Silva Santos, afirma que seu cliente não está sendo protegido. A profissional prestou informações na edição desta terça-feira (11) do Jornal do Piauí.

Fotos: Thiago Amaral/Cidadeverde.com

O vigia é considerado uma das peças chaves para conclusão do caso da morte da estudante universitária Fernanda Lages, encontrada nas obras da nova sede do Ministério Público, na avenida João XXIII, no dia 25 de agosto.

“Estou convicta de que ele fala a verdade. Em nenhum momento ele se contradisse. Ele teve a imagem denegrida com essa história de que ele está sendo protegido. Não existe cesta básica nenhuma”, afirma a advogada.

Na oportunidade, Andréia Fechinne explicou que seu cliente não vem sendo pressionado por nenhuma autoridade ou pessoa rica. Ela contou, ainda, a versão dos fatos segundo o vigia Domingos.


“Ele me contou que viu um vulto do que possivelmente seria uma mulher. Isso aconteceu por volta das 5h30. Ele me falou que foi não atrás porque não estava armado e porque tinha convicção que não poderia ser roubado nada de valor da obra”, explica.

Segundo a advogada, o vigia já prestou depoimento cerca de 7 vezes à polícia. Ele segue defendendo a tese de que não conseguiu identificar a estudante Fernanda Lages já que possui uma doença nos olhos que o impediram de ver a jovem de longe.

“Ele fez o exame uma vez que ficou comprovado que ele tem problemas nos olhos. Pediram um segundo exame e eu não deixei”, informou Andréia Fechinne.


Contrato
Questionada sobre como o vigia Domingo Pereira da Silva Santos estaria pagando seus honorários, a advogada revelou que os termos de contrato só dizem respeito as partes envolvidas. 

Lívio Galeno
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