Cidadeverde.com

“Sou inocente”, diz empresária que se envolveu em crime motivado após mensagens no celular

Foto: MPE/PI


A empresária Maria Luiza Cardoso de Brito, 42 anos, que foi condenada pelo Tribunal Popular do Júri, de Piracuruca, por se envolver em um crime motivado por mensagens no celular, garantiu ao Cidadeverde.com que é inocente. 

Ontem (9), ela foi condenada a 13 anos de prisão, que responderá em liberdade, e o marido, o empresário  Francisco das Chagas Alves, a 20 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato do vigilante Manoel Mário de Moura. 

Maria Luiza informou que já recorreu da decisão do Júri Popular. Ela, que é proprietária de um salão de beleza, disse que recebeu 31 ligações anônimas e várias mensagens lhe convidando para transar em um motel. Ela confirma que o marido deu uma paulada no Manoel Mário, e que o vigilante foi internado, mas fugiu do hospital sem licença médica. “Ele fugiu do hospital chegou em Piracuruca com dores de cabeça e por negligência dele voltou ao hospital e morreu. Eu cheguei a oferecer ajuda”, disse.

Segundo Maria Luíza não foi “um assassinato” foi uma lesão corporal seguida de morte. 

“Sou uma cidadã, que trabalho. Vou procurar todas as instâncias para provar minha inocência”, disse.   

Ela também confirmou que marcou encontro no motel com a pessoa que lhe enviava as mensagens. “Quando cheguei e vi a pessoa, chamei a Polícia, e eles não foram porque era véspera de eleição”.

Foto enviada pela empresária

A empresária reafirma que o autor das mensagens é o vigilante. No entanto, a Polícia concluiu o inquérito afirmando que a pessoa que enviou as mensagens para Maria Luiza é outra pessoa. “No depoimento o suposto dono do chip disse que comprou de um terceiro e não recordava de quem foi. Esse chip está registrado com o nome de um Raimundo Ribeiro que não sabemos seu paradeiro”, contou a empresária.

Ela garante que a pessoa que escrevia as mensagens lhe conhecia, pois chamava pelo seu nome.

 

Flash Yala Sena
[email protected]