Cidadeverde.com

Jovem confessa ter matado bisavô a pauladas para roubar dinheiro

(Foto: PM-PI)

Um idoso de 88 anos foi assassinado a pauladas no bairro Vermelhão, na cidade de Corrente, no interior do Piauí. De acordo com o major Hortêncio Santos, comandante do 7º Batalhão da PM, o bisneto da vítima, identificado como Jeovan Maciel dos Reis, e um adolescente foram presos suspeitos de participação no crime. Os dois teriam praticado o homicídio para roubar cerca de R$ 6 mil da vítima. 

"O idoso morava sozinho e tinha recebido uma quantia considerável. O bisneto e o outro rapaz confessaram que deram pauladas no idoso para roubar o dinheiro, mas que não queriam matar. Após as pancadas, eles saíram sem levar o dinheiro", explica o comandante. 

O idoso, identificado apenas como Zacarias, foi socorrido com vida por vizinhos que acionaram o Samu e a Polícia Militar. 

"Ele sofreu traumatismo craniano e morreu a caminho do hospital. Quando a PM chegou na casa, o dinheiro ainda estava no bolso dele e foi entregue para o filho que informou que usaria no velório", completou o major. 

 O crime ocorreu por volta das 11h, do último sábado (08). Os suspeitos foram localizados em casa, no mesmo dia. 

 

Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

PM apreende notas falsas dentro de residência no Sul do Estado

Foto: Divulgação/PM 

Policiais Militares da Força Tática de Corrente apreenderam  R$1.720 reais em notas falsas. A apreensão foi feita na noite desta terça-feira (26) em uma casa localizada no município.  Na ação um homem identificado como Edenilton Pereira Vorgado, 44 anos, foi preso.   

A Polícia Militar recebeu informação que uma senhora havia tentando passar uma nota falsa de R$100 a um comércio da região. A PM foi ao local e a mulher informou que recebeu a nota falsa de Edenilton. 

Segundo a polícia, Edenilton responde por tráfico de drogas e está em liberdade condicional.  

A PM foi até a residência de Edenilton e encontrou R$1720 em notas falsas e R$ 150,00 reais em notas legítimas. 

Edenilton foi conduzido para a Delegacia Regional de Corrente. 


Izabella Pimentel
redacao@cidadeverde.com

Júri condena a 21 anos de prisão professor acusado de matar a ex

Foto: Divulgação / Redes Sociais

O professor e advogado Arnaldo Alves Messias, acusado de assassinar a ex-namorada Adriana Macedo Borges dos Santos, foi condenado a 21 anos de prisão. O julgamento aconteceu nesta quarta-feira (23), em Corrente. 

O irmão dele, Renato Alves, que também era réu no processo, foi absolvido pelo júri. A suspeita era de que ele ajudou Arnaldo a “atrair” a vítima para a faculdade para conversar com o irmão pouco tempo antes do assassinato de Adriana. 

Adriana Macedo Borges dos Santos tinha 24 anos quando foi morta, no ano de 2009. O crime teria sido motivado por ciúmes após ela pôr fim o relacionamento de quatro anos.

 

O acusado não participou do júri popular, porque, segundo a defesa, ele sofreu um acidente de carro quando estava a caminho de Corrente para participar do julgamento e está internado no Hospital da cidade de Barreiras sem condições de prestar depoimento no Tribunal, mas pediu ao juiz para que o julgamento fosse mantido. 

A defesa alega que Arnaldo cometeu o crime em legítima defesa.

O Cidadeverde.com apurou que as quatro testemunhas de defesa e as outras quatro de acusação foram ouvidas, inclusive o irmão de Arnaldo, que também foi réu no processo. 

O júri popular estava formado por sete pessoas da comunidade, que deram o veredicto.

Foto: Arquivo pessoal

 

Flash de Yala Sena

redacao@cidadeverde.com

Julgamento em Corrente acontece em meio a expectativa e protesto

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O julgamento do professor e advogado Arnaldo Alves Messias, acusado de assassinar a ex-namorada, acontece em meio a expectativa e protestos em Corrente. 

Arnaldo é acusado de assassinar a ex-namorada Adriana Macedo Borges dos Santos, de 24 anos, no ano de 2009. O crime teria sido motivado por ciúmes após ela pôr fim o relacionamento de quatro anos.

O acusado não está participando do júri popular que começou por volta de 9h, sob o comando do juiz Carlos Macello Sales Campos. A defesa do professor - que alega que ele cometeu o crime em legítima defesa - informou que ontem Arnaldo sofreu um acidente de carro quando estava a caminho de Corrente para participar do julgamento. Segundo a defesa, o advogado está internado no Hospital da cidade de Barreiras sem condições de prestar depoimento no Tribunal, mas pediu ao juiz para que o julgamento fosse mantido. 

O Cidadeverde.com apurou que as quatro testemunhas de defesa e as outras quatro de acusação já foram ouvidas, inclusive o irmão de Arnaldo, que é também réu no processo. Renato Alves é suspeito de ter ajudado Arnaldo a “atrair” a vítima para a faculdade para conversar com o irmão pouco tempo antes do assassinato de Adriana. A defesa nega a participação de Renato no crime.

A previsão é que o julgamento termine por volta da meia noite, quando o conselho de sentença do Tribunal do Júri deve anunciar o resultado. O júri popular é formado por sete pessoas da comunidade, que darão o veredicto.

Apoio à vítima

Na frente do Fórum, faixas em defesa da condenação do réu estão expostas e dentro do tribunal lotado, com cerca de 200 pessoas, várias manifestações de familiares e pessoas empunhando faixas que pedem "Justiça por Adriana". Mesmo com o tribunal lotado, 

Foto: Arquivo pessoal

A vítima Adriana Borges

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Lyza Freitas
redacao@cidadeverde.com

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Adriana era professora e foi assassinada dentro da faculdade onde lecionava no interior do Piauí (Foto: arquivo pessoal)

A cidade de Corrente (a 874 km de Teresina) vive expectativa para o julgamento do professor Arnaldo Alves Messias, acusado de assassinar a também professora Adriana Macedo Borges dos Santos, 24 anos, dentro de uma faculdade em 2009.

Hoje à tarde, o advogado do acusado, Joaquim Magalhães, informou ao Cidadeverde.com que Arnaldo Messias sofreu um acidente automobilístico e está internado no hospital de Barreiras. O julgamento está marcado para acontecer amanhã (23). 

Mesmo com o acidente, o advogado de Arnaldo esclarece que pediu ao juiz que o julgamento fosse mantido. "A defesa abre mão do novo depoimento de Arnaldo no plenário para evitar qualquer alegação de nulidade", esclarece Joaquim Magalhães.

Ele contou que seu cliente estava indo para Corrente para participar do julgamento e por volta das 9h30 de hoje o veículo desceu a ribanceira e capotou. "Ele estava sozinho, foi socorrido, estava inconsciente e está tendo acompanhamento médico", disse o advogado.

Segundo o advogado, Arnaldo Messias está sem condições de prestar depoimento no Tribunal. 
Joaquim Magalhães esclarece ainda que informou ao juiz Carlos Macello Sales Campos do acidente e pediu que o julgamento fosse mantido. 

"Não queremos nenhum adiamento. O juiz nos informou que ouvirá o Ministério Público para tomar uma decisão".

Flash Yala Sena
yalasena@cidadeverde.com

"Não mataram só ela, mas toda família" diz irmã de professora morta em faculdade

Adriana era professora e foi assassinada dentro da faculdade onde lecionava no interior do Piauí (Foto: arquivo pessoal)

"Não mataram só ela, mas toda a família". Esse é o desabafo da enfermeira Andreia Macedo, irmã da professora Adriana Macedo Borges dos Santos que morreu com um tiro na cabeça em uma faculdade no município de Corrente ( a 874 km de Teresina). O crime ocorreu em setembro de 2009, mas o julgamento irá acontecer nesta quarta-feira (23), quase 10 anos após o crime. 

"Na verdade, não mataram só a Adriana, mas toda a família. Meu pai teve um infarto fulminante. Chorava todos os dias olhando pra um banner que mandou fazer com a foto da minha irmã. Minha mãe também não é a mesma pessoa e passou a depender da gente pra tudo, pois não tem mais condições de ficar sozinha. A Adriana só tinha 24 anos e teve todos os sonhos interrompidos, inclusive o de ser mãe", desabafa a irmã. 

(Foto: arquivo pessoal)

O crime teve grande repercussão na época. O acusado de ter efetuado o disparo é Arnaldo Alves Messias, que lecionava na mesma faculdade da vítima com quem manteve um relacionamento de quatro anos. O crime teria sido motivado por ciúmes e pelo término do namoro.

Em entrevista recente ao Cidadeverde.com, o advogado de Arnaldo defendeu que o tiro foi acidental e que não houve intenção de matar a mulher. Ele descartou ainda a participação do irmão de Arnaldo que também é acusado de participação no crime.

Contudo, a família de Adriana acredita que o crime foi premeditado. Além de professor, Arnaldo Messias é advogado e primo do prefeito de Cristalândia. 

"Eles já não estavam namorando há cerca de quatro meses. Minha irmã foi à faculdade acreditando que ia assinar uns documentos e se deparou com ele [Arnaldo] e o irmão dele que a segurou pelo braço. Ele [Arnaldo] atirou na Adriana e depois deu um tiro de raspão nele mesmo para tentar fugir. O tiro não foi acidental", acredita a irmã. 

Ao Cidadeverde.com, ela destaca o sofrimento da família e a esperança de que "o crime não ficará impune". 

"Isso deles estarem em liberdade, dói mais ainda. Não é fácil! desde quando foi marcado o julgamento, nosso sofrimento só aumentou, mas é uma dor que temos que passar. Já estamos nos preparando psicologicamente para isso. Primeiramente, temos fé em Deus e acreditamos que será feita Justiça aqui na terra. A Adriana não volta, mas se eles forem condenados e presos, vamos conseguir dormir", desabafa Andreia Macedo. 

Ela não confirma que a irmã sofria agressões físicas e psicológicas, mas que Adriana teria revelado a outros familiares "que vivia assustada e amedrontada". 

(Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com)

"A gente conhecia ele como uma pessoa de poucas palavras. Ele mandava mensagens ameaçadoras, mas ela nunca falava para a família. Contudo, amigas contaram que ela queria terminar, mas tinha medo, por isso, sequer registrou o caso na delegacia e dizia que preferia morrer a ficar com o Arnaldo. Existem dois lados; mas só uma verdade", desabafa a irmã.

O júri popular está marcado para a quarta-feira (23) no Fórum da Comarca de Corrente, às 9h. 

"Nós vamos estar no julgamento, usar camisetas e fazer tudo o que é permitido. A Justiça será feita e eles serão condenados. Esse crime não vai ficar impune porque Deus  é maior", acredita Andreia Macedo. 

Caso seja condenado, não incidirá a qualificadora do feminicídio, pois a lei que aumentou o intervalo de pena para homicídios de mulheres [12 a 30 anos]  por  questões de gênero, só passou a valer em 2015. Arnaldo e o irmão Renato Evilásio Alves Messias são acusados de homicídio qualificado por motivo torpe e recurso que dificultou ou tornou impossível a defesa da vítima. 

Advogado Silas Barbosa fará sustentação oral no Tribunal do Júri

CRIME CRUEL E PREMEDITADO

Segundo Silas Barbosa de Menezes, um dos assistentes de acusação, o crime foi bárbaro, premeditado e os acusados agiram de forma pusilânime. 

"Foi um crime com requintes de crueldade, premeditado em que o acusado se utilizou do fato de ser operador do direito e de família tradicional para buscar um álibi que possa servir para argumento para uma possível absolvição", disse o advogado.

Silas Barbosa ressalta que os acusados não ofereceram possibilidade de defesa a vítima e que a tese do disparo acidental é insubsistente. 

"Eles agiram de maneira impiedosa, sem dar direito de defesa a jovem que, por sua própria natureza física, era frágil. A sociedaede de Corrente não pode manchar as páginas de sua história com a absolvição de dois acusados que são frios, calculistas e nocivos a sociedade. A sociedade clama tanto por Justiça e critica a falta de segurança. Chegou o momento dessa mesma sociedade fazer Justiça e condenar os dois acusados por um crime que não pode servir como parâmetro ou incentivo para que casos da mesma natureza venham a ocorrer futuramente", completa Silas Barbosa de Menezes.

TESTEMUNHA OCULAR

O advogado Ricardo Amorim, que também é assistente de acusação, reforça a tese de que o crime foi premeditado. Segundo ele, materiais apreendidos no carro de Arnaldo e que constam no inquérito policial, indicam que o acusado, possivelmente, pretendia raptar a vítima.

(Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com)

"No bagageiro do carro dele tinha fita adesiva, correntes, cordas, cadeados, ou seja, elementos que evidenciam a premeditação. Isso levou a polícia a entender que o objetivo inicial não era matá-la ali, mas raptá-la, levá-la para um outro local e eventualmente  matá-la. Contudo, por alguma razão, que a gente desconhece, ele a matou na faculdade", disse o assistente de acusação.

Ricardo Amorim disse ainda ao Cidadeverde.com que uma testemunha ocular é peça-chave no julgamento. 

"Essa testemunha ocular estava na janela de casa e conta que viu o irmão de Arnaldo puxando a Adriana pelo braço. O julgamento demorou tanto tempo porque eles são pessoas influentes na região. A moto dela nunca mais apareceu e isso levanta suspeitas que quiseram ocultar provas, justamente, porque na moto ia ter digitais, provas mais contundentes da participação do irmão de Arnaldo", completa Ricardo Amorim.

 

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Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Professor acusado de matar ex-namorada dentro de faculdade vai a júri popular

Está marcado para o próximo dia 23 de janeiro, o júri popular do professor e advogado acusado de matar a ex-namorada e depois tentar suicídio no município de Corrente, em 2009. O professor Arnaldo Alves Messias é suspeito de matar a professora Adriana Macedo Borges dos Santos com um tiro na cabeça e depois tentar se matar também com o disparo na cabeça. O crime que teve grande repercussão aconteceu no dia 8 de setembro e o julgamento acontecerá no Tribunal do Júri, no Fórum da Comarca de Corrente, às 9h. 

A advogado de defesa de Arnaldo, Joaquim Magalhães, afirmou ao Cidadeverde.com que a alegação da defesa é de que o disparo foi acidental e que não houve intenção premeditada de matar a mulher.  O advogado também disse que o irmão de Arnaldo, Renato Evilásio Alves Messias, que também é acusado no processo, não está envolvido no crime. Segundo a acusação, Renato teria atraído a vítima para um encontro com o irmão, onde logo depois ela foi baleada.

“O irmão dele também é acusado, mas não tem nenhum sentido ele ser acusado e vamos provar isso no júri. O irmão dele nem sequer estava nesse dia e hora na faculdade. Temos álibi suficiente que demonstra que ele estava em outro local. E nossa alegação com relação ao Arnaldo é que não houve crime premeditado, não houve homicídio na forma descrita pelo MP, não houve a vontade de matar a moça, absolutamente. Houve na verdade uma discussão e um acidente que provocou o disparo e a morte dela. E isso tudo vai ser demonstrado e desconstituída a denúncia quando da defesa em plenário no Tribunal do Jurí”, alegou Joaquim Magalhães. 

Advogado Joaquim Magalhães

A defesa também informou que Arnaldo está atualmente respondendo ao processo em  liberdade e que faz tratamento médico. “Ele tem hoje dificuldade de falar e faz tratamento em razão das sequelas causadas pelo tiro que desferiu contra ele mesmo no dia do crime”. 

Juiz Carlos Marcelo Sales Campos, da comarca de Corrente, é o responsável pelo processo.

Entenda o caso
O crime aconteceu dentro da faculdade onde tanto a vítima quanto o acusado lecionavam e as informações de testemunhas é que o relacionamento entre os dois havia acabado dois meses antes do ocorrido. Há informações também que Adriana chegou a ser levada para o hospital da cidade, mas não resistiu. 

 

 

Lyza Freitas
redacao@cidadeverde.com

Casa da Cultura de Corrente receberá a Orquestra de Bandolins de Oeiras

Em comemoração ao Mês da Música, a Casa da Cultura de Corrente recebe na próxima quinta-feira, 22 de novembro, a Orquestra de Bandolins de Oeiras. 

“A proposta partiu do deputado Fábio Novo (ex-secretário de Estado da Cultura), vendo o desenvolvimento das crianças ele propôs que o grupo circulasse pelo Piauí, nos teatros e casas de cultura. Fizemos o projeto e concorremos ao SIEC (Sistema de Incentivo Estadual à Cultura)”, comenta Herberth Vinícius, professor e maestro da Orquestra. O projeto é patrocinado pelo Armazém Paraíba e conta com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

Os ingressos no valor de R$ 10 reais já estão disponíveis. A apresentação terá início a partir das 20h.

Fonte: portalcorrente

MPPI expede recomendação a prefeito por intoxicação de crianças e adolescentes

 Foto: MPPI

O Ministério Público do Piauí expediu recomendação ao prefeito Gladson Ribeiro de do município de Corrente, no extremo Sul do Piauí, por causa da ocorrência de uma intoxicação de crianças e adolescentes, após a ingestão do medicamento Albendazol. Na ocasião, foram apresentados os resultados dos laudos técnicos do Laboratório Aldolfo Lutz sobre a intoxicação. A recomendação foi expedida também aos secretários municipais de Saúde da cidade, Dionísio Nogueira Júnior; e de Educação, José Lobato.

A promotora de Justiça Gilvânia Viana, 2ª Promotoria de Justiça de Corrente, orientou os gestores à adoção das seguintes ações: fornecimento de água própria para consumo humano à Escola Justina Freitas; realização da limpeza do reservatório caixa d’água do estabelecimento de ensino, sob a supervisão e responsabilidade de profissional de química, para que preste orientações acerca da melhoria do sistema de tratamento de água distribuída. O nome do químico e o seu registro no Conselho Regional de Química devem ser encaminhados ao MPPI.

Outra medida requisitada consiste na realização periódica do processo de cloração do poço tubular que abastece a Escola Justina Freitas, conforme os requisitos técnicos do artigo 34 da Portaria n° 2.914/2011, do Ministério da Saúde.

A exigência foi feita na última sexta-feira (09) durante uma audiência pública com moradores da localidade Vereda da Porta, na zona rural de Corrente, onde a escola funciona. A reunião foi convocada por Gilvânia Viana, que após as discussões com a presença de residentes do povoado e com as autoridades públicas das áreas de saúde e educação, decidiu emitir o pedido.

A Prefeitura de Corrente tem o prazo de 10 dias para enviar ao Ministério Público uma resposta quanto ao recebimento e cumprimento da recomendação.

Entenda o caso 
A recomendação resulta da atuação do Ministério Público do Piauí (MPPI), que após a existência de uma campanha realizada na Escola Municipal Justina Freitas, na qual estudantes receberam uma medicação contra verminoses e apresentaram reações adversas. Dos 55 estudantes que tomaram o remédio, 28 apresentaram algum sintoma, e os outros 27 não registraram nenhum sintoma. Os alunos tomaram o remédio no dia 04 de abril e na manhã seguinte, vários pais e responsáveis dos estudantes foram à sede das Promotorias de Justiça de Corrente para relatar que seus filhos passaram mal e foram encaminhados ao hospital regional de Corrente, após ingerirem o medicamento Albendazol, dado na escola. Dentre as reações apresentadas estavam coceira, vômito, náuseas e dor de cabeça. 

A direção do hospital encaminhou ao MPPI um ofício informando diversos casos de reações medicamentosas em crianças e adolescentes pelo consumo de Albendazol. A promotora de Justiça Gilvânia Viana instaurou um inquérito civil para apurar o caso. A representante do Ministério Público solicitou à secretaria de saúde de Corrente a relação dos alunos que receberam o medicamento; as autorizações dos pais ou responsáveis para que a escola realizasse tal ação e o protocolo a ser obedecido pelos profissionais de saúde sobre a ministração do fármaco. À Diretoria de Vigilância Sanitária do Piauí (DIVISA), foi solicitada a realização de uma auditoria com a finalidade de apontar as razões para a ocorrência das reações adversas apresentadas pelos estudantes.

O enfermeiro e a técnica de enfermagem responsáveis pela aplicação do remédio também foram ouvidos pela promotora de Justiça. Foram coletadas três amostras da água consumida na escola, no Rio Corrente, que abastece a comunidade, e dos comprimidos de Albendazol. Todas as amostras foram encaminhadas para análise no Instituto Aldofo Lutz, em São Paulo. O relatório apontou que a água continham coliformes totais e a bactéria escherichia coli. O documento ainda pontua que as reações apresentadas pelos estudantes, não originaram na ingestão do medicamento, uma vez que os laudos apontaram que não houve alteração do mesmo. 

Essas informações foram apresentadas aos pais e responsáveis dos estudantes durante a audiência pública convocada pelo Ministério Público, bem como a recomendação elaborada pela instituição ministerial para as autoridades públicas. 
A promotora de Justiça alerta que a inobservância da recomendação pode acarretar a adoção de medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis, pelo Ministério Público, inclusive, o ajuizamento da pertinente Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.

Lyza Freitas (Com informações MPPI)
redacao@cidadeverde.com

 

 

Governador eleito do DF é recebido com festa em Corrente

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O advogado Ibaneis Rocha (MDB), governador eleito do Distrito Federal em 2018, visitou nesta quinta-feira (8), o município de Corrente, a 864 km ao Sul de Teresina. Ele foi recebido por dezenas de pessoas e participou de uma carreata. Ibaneis nasceu em Brasília, mas passou grande parte de sua infância no interior do Piauí. Sua família é da cidade de Corrente.

Antes de se tornar um bem-sucedido advogado, foi feirante, empacotador e comerciante. 

Nome desconhecido na política, o advogado tinha 2% das intenções de voto em pesquisa Datafolha feita logo após o 1º turno. A partir de então, registrou crescimento constante em todos os lavantamentos. No primeiro turno, Ibaneis teve 41,97% dos votos válidos, enquanto Rollemberg alcançou 13,94%.

Da Redação
redacao@cidadeverde.com

 

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