Cidadeverde.com

Cisternas devem ser instaladas até maio deste ano em Campo Maior

O secretário municipal de Desenvolvimento Rural de Campo Maior, Aloísio Ernesto, informou nesta quarta-feira (25) que pretende instalar todas as cisternas recebidas da Codevasf até o mês de maio deste ano.

Aloísio Ernesto disse que foram pré-aprovadas 301 famílias. Entretanto, esse número ainda pode sofrer alterações para mais ou para menos porque há desistências e também novos interessados. “Ainda vamos fazer uma reunião com os beneficiários para ver quantos desistiram e quantos querem receber”, comentou.

Cerca de 100 comunidades da zona rural serão beneficiadas com o projeto, que faz parte do Plano Brasil Sem Miséria, do Governo Federal, e tem como objetivo o acesso universal à água, principalmente para o consumo humano.

Segundo o secretário, o processo de instalação está sendo executado por uma empresa contratada pela Codevasf e é coordenado por um conselho gestor juntamente com a SMDR, que tem o objetivo de identificar onde há falta d’água.

Cada cisterna comporta 16 mil litros de água. O beneficiário receberá uma capacitação para aprender a manusear e como utilizar a água no período de estiagem. 

Da Redação
redacao@cidadeverde.com

Prefeitura de Campo Maior lança Projeto Saúde em Movimento

A Prefeitura de Campo Maior lançou na segunda-feira (23) o Projeto Saúde em Movimento. A solenidade, que reuniu profissionais da Atenção Básica e foi promovida pela Secretaria Municipal de Saúde, aconteceu no plenário da Câmara de Vereadores.

O Projeto Saúde em Movimento tem como objetivo combater os males do sedentarismo por meio de práticas seguras e orientadas de atividade físicas com o acompanhamento multiprofissional (médicos, nutricionistas e educadores físicos).

A abertura contou com a presença do secretário municipal de Saúde, Marcelo Pereira, da coordenadora da Atenção Básica no município, a enfermeira Lúcia Leonara, agentes comunitários de saúde e quase todos os coordenadores, supervisores e gerentes dos programas de saúde da Secretária, além de todos os profissionais da Atenção Básica (médicos, enfermeiros, dentistas, auxiliares de saúde bucal, técnicos de enfermagem, profissionais do NASF e outros).

O secretário Marcelo Pereira agradeceu a presença de todos, parabenizando-os pela atenção às ações e pelo empenho nos trabalhos realizados no dia a dia, e em cada projeto lançado para dinamizar a saúde no município. “A Saúde dispõe de muitos projetos que alcançam a sociedade promovendo mais qualidade de vida às pessoas”, disse o secretário. Ele destacou a importância dos profissionais no sentido de informar e sensibilizar a sociedade para o autocuidado e uso dos serviços de saúde pública disponíveis.

Durante o encontro, foi lançado I Circuito Saúde É Assim que se Faz, que acontecerá todo ano no dia Mundial de Saúde, 7 de abril, e será comemorado em Campo Maior com varias atividades. O objetivo é incentivar a prática de vida saudável, bem como fornecer  à população serviços de saúde de uma forma dinâmica e que motive a participação e a prática do autocuidado, em prol não apenas da saúde mais da qualidade de vida.

Da Redação
redacao@cidadeverde.com

Prefeito diz que "bandidos fugiram para interior" e pede Força Nacional

O prefeito de Campo Maior, Paulo Martins e a prefeita de Pedro II Neuma Café, tiveram audiência na manhã desta segunda-feira (23) com o secretário de segurança Fábio Abreu para solicitar a presença da Força Nacional de Segurança em seus municípios. Segundo eles, o trabalho ideal seria de pelo menos sete dias para combater a vioência.

O deputado aluísio Martins também participou da audiência. Paulo Martins afirma que a sensação de insegurança toma conta do município e que os baniddos da capital estão sendo pressionados a fugir para o interior por conta da atuação da Força.

“Os bandidos da capital estão fugindo para o interior porque estão sendo sufocados pela Força Nacional de Segurança, então é preciso montar uma ação estratégica também em Campo Maior e região”, comunicou Paulo Martins ao secretário. 

Campo Maior registrou pelo menos três casos recentes de criminalidade. Há duas semanas o vigilante Antônio José morreu ao ser baleado pelos assaltantes durante um assalto a uma padaria, uma semana depois, outra padaria foi assaltada no Bairro de Fátima e os dois assaltantes foram presos pelos proprietários. O último caso foi registrado na quinta-feira (20) quando uma loja de roupas foi assaltada por quatro homens armados.

Rayldo Pereira
rayldopereira@cidadeverde.com

Circuito interno de segurança registra assalto a fábrica de jeans

Imagens do circuito interno de segurança registraram o assalto a uma fábrica de jeans no município de Campo Maior, na tarde desta quinta-feira (19). No vídeo é possível perceber que três bandidos armados participaram da ação criminosa, sendo que um deles tinha uma deficiência na perna.

De acordo com a Polícia Militar, um quarto bandido deu suporte a ação e ficou do lado de fora da loja em um carro cor branca.

"Eles fugiram em direção ao município de Cabeceiras, mas acreditamos que desviaram o caminho para despistar o policiamento. Estamos em diligência", disse o sargento Luis Ferreira da Cunha. 

Durante o assalto, os bandidos não utilizaram máscara ou capuz apenas bonés. Além  de sacolas com roupas, o trio fugiu levando uma pequena quantia em dinheiro e pertences pessoais de funcionários. 

 

 

Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Na semana da água, prefeitura de Campo Maior alerta para desperdício

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente está organizando um replantio de árvores às margens do açude no domingo (22/03) como parte da programação e comemoração da Semana da Àgua em Campo Maior. A atividade conta com o apoio do grupo de Escoteiros. Segundo a secretário de Meio Ambiente Conceição Paz, na oportunidade terá a coleta de material reciclável pelos catadores.

"Durante semana que vem, dando prosseguimento a programação haverá palestras, campanhas educativas nas escolas e um mutirão de limpeza às margens do açude estrela", explicou a secretária. Em um panfleto elaborado pela Prefeitura Municipal por meio da Secretaria de Meio Ambiente várias sugestões foram relacionadas para sensibilizar a sociedade dos cuidados na utilização correta da água para evitar desperdícios.


Da Editoria de Cidades
cidades@cidadeverde.com

Conselho quer tombar imóveis centenários de Campo Maior

  • Casarão centenário no entorno da praça Bona Primo em Campo Maior
    Wilson Filho\CidadeVerde.com
  • Igreja de Santo Antônio em Campo Maior
    Wilson Filho\CidadeVerde.com
  • Igreja de Santo Antônio em Campo Maior
    Wilson Filho\CidadeVerde.com
  • Casarão centenário no entorno da praça Bona Primo em Campo Maior
    Wilson Filho\CidadeVerde.com
  • Casarão centenário no entorno da praça Bona Primo em Campo Maior
    Wilson Filho\CidadeVerde.com
  • Casarão centenário no entorno da praça Bona Primo em Campo Maior
    Wilson Filho\CidadeVerde.com
  • Sede da Academia Campomaiorense de Artes e Letras
    Wilson Filho\CidadeVerde.com
  • Casarão centenário no entorno da praça Bona Primo em Campo Maior
    Wilson Filho\CidadeVerde.com
  • Teresinha preserva como pode a casa histórica onde vive
    Wilson Filho\CidadeVerde.com
  • Teresinha e a família que hoje moram na residência tricentenária
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  • Chave de uma das portas da casa mais antiga, datada em 310 anos
    Wilson Filho\CidadeVerde.com
  • Historiador João Alves Filho, presidente do conselho que cobra o tombamento do patrimônio
    Wilson Filho / Cidadeverde.com

Por Rayldo Pereira - Cidadeverde.com
rayldopereira@cidadeverde.com


Há quem diga que para conhecer a identidade de um povo é preciso conhecer sua história. Movidos por este pensamento, historiadores e moradores de Campo Maior, município a 78 km de Teresina, decidiram dar o pontapé inicial para a preservação e restauração do patrimônio histórico municipal.

Organizados sob o comando de João Alves Filho, historiador e escritor, nascido em Campo Maior, um conselho formado por 12 membros, levantou e mapeou a área de onde serão selecionados os imóveis que devem ser tombados e futuramente restaurados pelo município.

"Ninguém consegue contar a história de Campo Maior sem passar por esse patrimônio. Todo o entorno da Igreja de Santo Antônio na praça Bona Primo e a avenida Vicente Pacheco, possui imóveis centenários que contam nossa história e devem ser preservados. O objetivo deste levantamento é a preservação da cultura das coisas originais", explicou o historiador.


Historiador e escritor João Alves Filho

Patrimônio este que não é pequeno e representa boa parte dos grandes casarões do Centro da Cidade. Prestes a completar 253 anos de emancipação política, Campo Maior tem em seu território imóveis que ultrapassam, e muito, sua idade bicentenária.

É o caso da residência de dona Teresinha. O imóvel já tem 310 anos e fica em frente a igreja de Santo Antônio, catedral do município. Mesmo muito acanhada, Teresinha, como ela faz questão de ser identificada e chamada, nos leva a uma rápida visita pelo interior da casa.

Paredes altas e um telhado sustentado por troncos de carnaúba protegem o cenário histórico com grandes portas de passagem e um azulejo com traços típicos de residências portuguesas. Até as chaves, gigantes se comparadas ao tamanho atual, ainda estão lá. O local é escuro e já apresenta algumas marcas do tempo, seja nas paredes, onde a tinta já descasca, ou nos pedaços de azulejo quebrados pelo chão. Rachaduras na estrutura também preocupam e deixam visível o alerta de que já está na hora de intervir.

"Moro aqui há 15 anos e não conheço a história verdadeira desta casa. Sei apenas que é a primeira da praça, me orgulho de morar aqui", comentou a dona de casa, que mesmo sem ter de fato a noção da riqueza histórica do lar, cuida como pode do teto que lhe abriga.


Teresinha vive na casa mais antiga da praça, que tem 310 anos

O que antes era um único e grandioso casarão, hoje está dividido ao meio em duas pequenas casas, uma onde vive dona Teresina, e a outra onde encontramos Joana de Lira, herdeira e atual proprietária do imóvel. Joana, que hoje tem 78 anos, comenta que chegou a casa com apenas quatro anos de idade. Lá viveu, trabalhou e foi educada pelas primeiras proprietárias, a quem chama até hoje de "patroas", pertencentes a família Bona, tradicional na região. 

Joana educadamente recusa o pedido para fazer fotos, mas conta saudosamente, que viveu momentos marcantes de sua história no lar onde esteve desde criança. "Elvina Costa e Bona era uma das proprietárias da casa e tenho muitas lembranças delas. A recebi como herança de minhas patroas, moro aqui desde os quatro anos e é aqui que terminarei meus dias", comentou a aposentada, que da janela de casa, observa o movimento na praça.


Rachaduras alertam para a necessidade de preservação do patrimônio

O conselho formado outrora, deveria agora fazer a seleção das casas, mas já está vencido. Segundo João Alves Filho, um posicionamento do prefeito Paulo Martins (PT) é aguardado para que os trabalhos pelo tombamento possam continuar. "Os próximos passos dependem do prefeito, que são decretar o novo conselho que está vencido e mandar um decreto para a Câmara oficializando a área que foi levantada, pedindo também que se faça a seleção das casas que devem ser tombadas e preservadas", acrescentou.

O historiador deixa claro que o critério para esta seleção serão os fatos históricos. Entre eles, João destaca a construção da igreja, que hoje ultrapassa os 300 anos e que já virou livro, escrito por ele mesmo. Intitulada como "Mateus rumo ao céu", a obra conta a história do padre que construiu o templo e segundo o pesquisador, pode ser chamado de maior educador de Campo Maior. "Mateus era o mais humano, mais austero e foi sem dúvidas o maior educador que já tivemos,  qualquer erro, ele castigava mesmo. Um homem daquele, com tanta bondade, tanta dedicação e que fez um templo desse, se não foi para o céu, não irá mais ninguém", brinca o autor.

Em meio a conversa, João se emociona e declara seu amor pelo município onde formou família. O historiador tem três filhos, que hoje não moram mais em Campo Maior, mas que espelhados no amor do pai, tem suas raízes bem marcadas na "terra dos carnaubais", como nos conta o historiador.

"Não trocaria Campo Maior por lugar nenhum do mundo. O sentimento desse amor é o mais puro. É uma cidade plena, linda em seus campos e campinas. Até sua árvore típica, a carnaubeira, se destaca. Conhecida como árvore da vida, ela pode chegar em média a 200 anos e até morta, dura mais 300. A cidade tem até cheiro, foi esse amor que ensinei a meus filhos, que também tem aqui seu refúgio"

Foi o que declarou emocionado o escritor, que posa com orgulho, em frente ao prédio também histórico da Academia Campomaiorense de Artes e Letras (ACALE), que preside há três mandatos.

Igreja será 1ª obra restaurada

João conta em seus versos que Campo Maior surgiu ao redor da igreja e é ela, o primeiro prédio histórico a ser restaurado no município. Durante as solenidades em alusão aos 192 anos da Batalha do Jenipapo, na última sexta-feira (13) o governador Wellington Dias (PT), garantiu que irá se empenhar nesta preservação histórica. Segundo ele, a restauração da catedral já está garantida.

"Acabo de ter uma agenda com a representação da paróquia e a igreja, que já ultrapassa os 300 anos desde a sua fundação, é patrimônio histórico, por isso estamos autorizando um investimento para a recuperação deste patrimônio", prometeu Wellington Dias.


Interior da igreja de Santo Antônio

Promessa reforçada por Paulo Martins (PT), atual prefeito da cidade. Segundo o gestor, um convênio já foi assinado pelo governador e o projeto entrará na fase de orçamento. O prefeito acredita que em até três meses, os primeiros reparos possam ter início.

"O governador já conversou com o monsenhor e fez o compromisso de restaurar a igreja de Santo Antônio, que é um patrimônio do Estado, do município, e do Brasil. Ele assinou um convênio para a recuperação de alguns pontos que estão prejudicados e creio que em 90 dias já poderá começar", garantiu o prefeito que finaliza prometendo acelerar as medidas para o tombamento do patrimônio.  "Já temos uma lei aprovada em 2007 e eu tive o prazer de ter uma reunião com a academia para debater o projeto que protege o patrimônio. Estamos discutindo ponto a ponto. Da minha parte, farei tudo o que for possível para essa preservação. Queremos ainda no mês de abril nos reunir novamente para acelerar este processo", garantiu o prefeito.


Governador Wellington Dias (PT) e o prefeito Paulo Martins (PT)

 

Dona de bar é suspeita de esfaquear companheiro em briga por ciúmes

A proprietária de um bar identificada como Maria do Socorro de Lima da Silva foi encaminhada à delegacia sob a acusação de ter esfaqueado o companheiro e pedreiro Antônio Marcos de Abreu, na tarde deste domingo (15). De acordo com o sargento Luís Ferreira Cunha, na briga que teria sido motivada por ciúmes, a comerciante também foi lesionada com garrafas de cerveja. 

            Fotos: Campomaioremfoco

À PM, a mulher contou que esta não seria a primeira vez que teria sido agredida pelo companheiro e por isso resolveu revidar, temendo a própria vida. A faca usada no crime foi apreendida e a suspeita permaneceu no local. 

“Ele chegou me agredindo e depois que vi o sangue no meu rosto peguei a faca para me defender. Eu vou morrer na mão de um homem? Não estou arrependida", disse a mulher aos policiais militares. 

Os cacos de cerveja atingiram Maria do Socorro no braço, perna e testa. Já Antônio Marcos foi ferido nas costas e encaminhado ao Hospital Regional de Campo Maior (HRCM). 

"Ele estava sob forte efeito de álcool e perdeu muito sangue, mas a lesão não foi grave. Hoje (16) pela manhã, fomos acionados pela dona do bar pois ao sair do hospital o companheiro teria ido ameaçá-la. Felizmente, chegamos a tempo e evitamos uma nova agressão. Orientamos a mulher a registrar Boletim de Ocorrência", reitera o sargento Cunha. 


Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Casal de idosos simboliza orgulho na encenação da Batalha do Jenipapo

  • Encenação da Batalha do Jenipapo no monumento erguido onde ocorreu a luta armada pela independência do Piauí
    Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde

A apresentação de uma peça teatral sobre a histórica Batalha do Jenipapo encerrou a programação em homenagem aos 192 anos do acontecimento que marcou a independência do Piauí. 

Foto: Rayldo Pereira/Cidade Verde

Seu José e dona Angélica participam da encenação

Em meio a dezenas de atores e atrizes envolvidos no espetáculo, o casal José Ferreira do Nascimento, de 78 anos, e Angélica Maria de Sousa, de 63 anos, chama a atenção pela delicadeza da atuação, mesmo com idade avançada.

José, que é morador da região desde que nasceu, afirmou que se sente muito feliz em estar todos os anos na apresentação. Ele e a namorada, emocionados, declararam o seu orgulho pela história de luta às margens do Jenipapo, em Campo Maior.

"Isso é uma coragem que Deus nos dá para representar essa luta que matou tantos e que nós hoje estamos lutando também. Essa mesma luta Jesus lutou e isso nos motiva a estar aqui todo ano", comentou o ator. 

José Ferreira interpreta um dos cangaceiros que lutaram contra as tropas portuguesas, enquanto Angélica Maria faz o papel de uma mulher que prestou socorro aos feridos. 

No final da entrevista, José fez uma oração e pediu que as almas do batalhão iluminem todas as pessoas envolvidas na peça. Em seguida, foi acender suas velas no cemitério dos heróis da batalha. 

A apresentação foi batizada com o título “Às Margens do Jenipapo” e tem direção de Arimatan Martins. A peça foi escrita pelo dramaturgo Ací Campelo. A Fundação Cultural do Piauí (Fundac) organiza a encenação, que conta com 48 atores e 43 figurantes, entre eles soldados da Polícia Militar.

Rayldo Pereira (flash direto de Campo Maior-PI)
Fábio Lima (da Redação)
redacao@cidadeverde.com

Professor de matemática e vaqueiro recebe homenagem na Batalha do Jenipapo vestido em jibão

  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Wellington Dias durante as homenagens pelos 192 anos da Batalha do Jenipapo
    Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
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  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
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  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
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  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
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  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
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  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
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  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
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  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
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  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
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  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
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  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
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  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde
  • Foto: Wilson Filho/Cidade Verde

Durante as homenagens no aniversário da Batalha do Jenipapo, nesta sexta-feira (13), o agropecuarista, professor e vaqueiro Francisco Ribeiro de Carvalho chamou a atenção pelo traje. Diferente do terno e gravata, comum a maioria dos presentes, Francisco recebeu o título "Heróis do Jenipapo" vestido em um jibão, traje típico dos vaqueiros. 

O homenageado atualmente trabalha como professor de matemática e física e aniversaria hoje, 13 de março, quando se celebra em Campo Maior (PI) os 192 anos da Batalha do Jenipapo. Para ele, o título, além de um presente, é motivo de orgulho e emoção, o que, segundo ele, justifica o uso do traje.

Foto: Wilson Filho/Cidade Verde

Prefeito Paulo Martins entrega a homenagem ao vaqueiro e professor Francisco Ribeiro

"Todo ano eu participo da representação da Batalha do Jenipapo contando a vida daqueles sofredores que lutaram com o próprio sangue por nossa independência. Sinto-me muito feliz e honrado em fazer parte desta história", afirmou o homenageado. 

Francisco comentou ainda que herdou a função do avô e do pai, que também são vaqueiros. E usar a vestimenta de couro em uma solenidade como esta representa uma homenagem aos vaqueiros de todo o Estado. "Hoje, além de ser homenageado, eu me sinto com muito orgulho homenageando a todos os vaqueiros do Piauí", concluiu. 

Valorizando a história
O vaqueiro foi um dos 33 homenageados com o título de "Heróis do Jenipapo". Além dessa honraria, também foram outorgados os títulos de cavaleiro, oficial, comendador da Ordem Estadual do Mérito Renascença do Piauí para outras 37 personalidades do Estado, como o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí, desembargador Edvaldo Moura, e Assunção Aguiar, líder do movimento negro no Piauí.

Foto: Wilson Filho/Cidade Verde 

Líder do movimento negro, Assunção Aguiar foi homenageada com o Mérito Renascença

Antes, aconteceu a solenidade cívico militar, no monumento erguido ao lado do rio Jenipapo, onde ocorreu a luta armada pela independência do Piauí contra as tropas portuguesas.

O governador Wellington Dias e o prefeito de Campo Maior, Paulo Martins, ao lado de suas esposas, depositaram coroas de flores no cemitério construído para os heróis da Batalha.  

"Esse é um momento de homenagear os heróis do Piauí e do Brasil. Agora temos novas batalhas. Quantas não acreditamos que era possível uma vitória? Esses homens garantiram que nós tivéssemos uma nação soberana", afirmou o governador, que passou em revista as tropas antes das homenagens do dia.

Veja a lista de homenageados com o Mérito Renascença

CAVALEIRO

1. Arnaldo Saraiva e Silva

2. Everaldo Ibiapina Alvarenga

3. Joaquim da Costa Lobo Filho

4. Joaquim Luiz Cantuário

5. José Cláudio de Araújo Sousa

6. José EniltonRocha Araújo

7. Luís Ferreira da Cunha

8. Luís Francisco Furtado Martins

9. Maria das Graças de Macêdo Nascimento

10. Reginaldo Monteiro Silva


OFICIAL

1. Adailton Calderaro Bortolucci

2. Avelina Rosa de Melo Cunha

3. Cícero Judimar do Nascimento

4. Cirilo Soares de Sousa Sobrinho

5. Daniel Markus de Carvalho Paixão

6. Edilene Mota Meier

7. Eunice Oliveira Barros

8. Genival Bezerra da Silva

9. Igor Rodrigo Tenório da Silva

10. Maria Assunção Sousa de Aguiar

11. Neuma Maria Café Barroso

12. Paulo Afonso Rodrigues da Cunha

13. Ruy Nunes Cordeiro

14. Sammya Raquel Bastos Bona Almeida Silva

15. Ubirajara Vieira Mendes


COMENDADOR

1. Emerson Bezerra de Lima

2. Erivan José da Silva Lopes

3. Eugênia Nogueira do Rêgo Monteiro Villa

4. Francisco de Paula da Silva

5. Francisco Kennedy Feitosa

6. José de Ribamar Carvalho

7. Luiz Cláudio Patrício de Lima

8. Marcos Gomes Paulino

9. Mussoline Marques de Sousa

10. Verônica Acioly de Vasconcelos

11. Volgane Oliveira Carvalho

Rayldo Pereira (flash direto de Campo Maior-PI)
Fábio Lima (da Redação)
redacao@cidadeverde.com

Paulo Martins quer que Batalha do Jenipapo seja conhecida nacionalmente

Foto: Wilson Filho/ Cidadeverde.com

O prefeito de Campo Maior, Paulo Martins (PT), afirmou na manhã desta sexta-feira (13), que o município está trabalhando para que a história da Batalha do Jenipapo seja conhecida nacionalmente.

Ao participar da missa em Ação de Graças pela passagem dos 192 anos da Batalha, o prefeito informou que trabalha um projeto junto às escolas para popularizar uma das trajetórias sanguentas mais importantes para a independência do país.

“Estamos nos empenhando para que os alunos conheçam a história da Batalha do Jenipapo. Estamos dialogando em nível estadual e queremos que todos conheçam nacionalmente essa importante história”, ressaltou Paulo Martins.

O prefeito de Campo Maior relembrou suas primeiras visitas ao monumento em homenagem a Batalha do Jenipapo. "Eu lembro que quando era criança a escola nos levava para visitar esse monumento. Hoje, tenho o orgulho de ser gestor da cidade e posso dizer que vemos com muita emoção esse momento, somos muito patriotas e vemos com altivez esse momento tão importante da independência do Brasil", declarou Paulo Martins.

Rayldo Pereira (flash direto de Campo Maior-PI)
Redação de Yala Sena e Lucas Marreiros (Especial para o Cidadeverde.com)
redacao@cidadeverde.com

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